segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Cap 111 - Consequências do amor

Eu amores falei que dessa vez eu voltaria rápido e voltei, ia postar mais cedo porém só chego as 11 da noite e hj estava passando neerja o poder da coragem e não sei se vc viram esse filme mais ele e lindo e tive que ir ver pq sou apaixonada por ele. Espero que vocês gostem dessa fase Love do nosso casal amo vocês 😍😍❤❤❤


Vanessa : Bom dia, meu amor. – Disse, ainda deitada, olhando Zachary , que brincava com Rosalie na poltrona do quarto.

Zachary: Bom dia, ma petit. – Respondeu, sorrindo pra ela.

Vanessa observou o marido brincar com a filha por um momento, se espreguiçou novamente e fez impulso pra levantar. Mas doeu.

Vanessa: Ai! – Gemeu, se deitando novamente.

Zachary: O que houve? – Se levantou, preocupado, sem se aproximar.

Vanessa: Me machuquei, eu ach... – Ela fez impulso pra se sentar de novo – Ai! – Gemeu, se deitando, dessa vez riu.

Zachary: Nessa, o que? – Perguntou, sorrindo, confuso. Vanessa  ficou esticada na cama, rindo, e Rosalie riu de leve.

Vanessa: Zachary. Efron. – Chamou, ameaçadoramente, mas por dentro prendia o riso.

Zachary: Vanessa Anne Efron . – Repetiu no mesmo tom que ela – Que diabo, o que houve?

Vanessa : Você me aleijou! – Acusou, fechando a cara.

Zachary: Eu... o que? – Ele olhou ela, incrédulo.

Vanessa: Me aleijou! Não consigo me sentar! Culpa sua! – Acusou novamente, cruzando os braços.
Zachary se estourou de rir, ao entender o que era. Ele pôs Rosalie na cama, que olhou o pai rir, curiosa e com um sorriso perdido no rosto. Zachary riu, a ponto de que seus olhos se encheram de agua. Vanessa riu também.

Zachary : É... – Ele riu de novo – É sério?

Vanessa: Não, to brincando. – Ela sorriu, ironicamente – É CLARO QUE É SÉRIO! – Zachary  riu mais ainda. Rosalie riu dessa vez.
Zachary: Não consigo... respirar. – Rosalie bateu palminhas, e Vanessa  ergueu a sobrancelha.

Vanessa: Pimenta no olho dos outros é refresco. – Resmungou, se deitando novamente.

Zachary : Não, não fique brava. Só achei engraçado o jeito como você me acusou. – Disse, se sentando atrás dela. Vanessa  continuou quieta. Rosalie observava os pais, atentamente. – Vai ficar zangada comigo? – Perguntou, alisando o braço dela.

Vanessa : Vou. – Respondeu, fazendo biquinho.

Zachary : Vamos calcular isso. Não fui eu que me puxei pra dentro do chuveiro, ontem de tarde. – Disse, prendendo o riso.

Vanessa : É o que? – Ela se virou, ficando de barriga pra cima. – E não fui eu que me acordei de madrugada, dizendo que estava sem sono. Ótima maneira de curar insônia. – Ela ergueu a sobrancelha.

Zachary: Na verdade, eu não conheço nenhum modo melhor. – Ele sorriu pra ela, que fez uma careta.

Vanessa : Zachary ! – Repreendeu, dando um tapa no braço dele.

Zachary : Escute. – Ele disse, segurando a mão dela e rindo – Eu vou cuidar de você, enquanto estiver... – Vanessa  ergueu a sobrancelha – Doente. – Ela assentiu, desconfiada. – Eu amo você, ma petit. – Disse, acariciando o rosto dela.

Vanessa : Eu vejo como. – Resmungou, fazendo bico.

Zachary sorriu e beijou ela de leve, mas apaixonadamente. Os dois estavam assim quando, com um gritinho, Rosalie deu um tapa na coxa coberta da mãe, chamando a atenção dos dois pra ela.

Vanessa : Ei! – Repreendeu a filha, que ria, batendo palmas. Zachary carregou a menina – Sapeca. – Ela mordeu a mão da menina dele leve, que gritou. – Ei. – Chamou, olhando o marido.

Zachary : Oi? – Perguntou, distraído com a filha, que tentava puxar a camisa dele.

Vanessa : Apesar dos pesares, eu te amo também. – Disse, sorrindo de canto. Ele sorriu e selou os lábios com os dela, até que recebeu uma tapa de Rosalie. Os dois riram, e ficaram a paparicar a filha.

Zachary  levou Vanessa  até o banheiro, e a depositou na banheira. Ela tomou um longo banho de imersão. Se sentia feliz, completa, amada. Agora sim tinha o casamento com que tinha sonhado. Ao terminar o banho, estava um pouco melhor da dor. Conseguia andar, mas não era nada agradável.

Zachary : Deveria ter me chamado. – Disse, se levantando rapidamente e pondo Rosalie na cama, quando ela entrou, caminhando lentamente, no quarto.

Vanessa : Sou uma mulher independente. – Impôs, orgulhosa, e ele ergueu a sobrancelha.

Zachary: Ah, você é? – Questionou, prendendo o riso.

Vanessa : Sim, eu sou. – Rebateu, se fazendo de digna – Mas devo admitir que vou precisar de ajuda pra me vestir. – Ela fez uma careta, apontando pra toalha em que se enrolava. Zachary  riu.


Zachary :
Melhorou, miss independência. – Ele se aproximou dela, agarrando-a pela cintura e erguendo-a no ar. Anahí riu e se abraçou a ele. Rosalie riu também, observando os pais. Zachary  vestiu Vanessa . Ela resolveu não sair do quarto. Seria constrangedor explicar porque estava andando tão lentamente, e porque não poderia se sentar. Ela pôs sua roupa de baixo, sem o espartilho, e uma camisola confortável. Não chovia naquele dia, mas havia neblina. Estava bem frio. Zachary desceu na hora do almoço, e disse que Vanessa  estava indisposta. A morena  ficou no quarto com a filha.

Vanessa : Quando seu cabelo for maior, a mamãe vai te fazer uma franjinha. – Disse, sentada na cama, apoiada em diversos travesseiros, com Rosalie em seu colo. A menina observava a mãe pentear seus fios louros, despreocupada. – Franjinha. – Disse, pegando a boneca de Rosalie. A boneca tinha franja. Vanessa  amostrou a franja a Rosalie, em seguida mostrou o cabelo da menina.
Rosalie: Inha? – Resmungou, quase imperceptivelmente. Rosalie era nova demais pra falar, mas parecia entender parte do que lhe diziam. Ninguém entenderia. Mas Vanessa  era mãe, ela entendeu.

Vanessa : É, uma franjinha, meu amor. – Disse, sorrindo, e dando um beijo apertado na filha. Quando ergueu os olhos, viu Zachary  parado na porta, observando a cena com um sorriso de canto no rosto. – Zachary , em nome de Deus, pare com isso! – Pediu, após se recuperar do susto.

Zachary : Trouxe seu almoço, petit. – Anunciou, divertido, se aproximando com a bandeja. Vanessa  pôs Rosalie ao seu lado.

Enquanto Vanessa  comia, Rosalie adormeceu no colo do pai. Zachary estava sentado ao lado de Anahí, segurando a filha carinhosamente. A morena terminou de almoçar, e pôs a bandeja no chão.

Vanessa : Amor? – Chamou, limpando a boca com o guardanapo.

Zachary : Oi? – Respondeu baixo, pra não assustar a filha, enquanto acariciava o cabelo da menina, ninando seu sono.

Vanessa : E ela? – Perguntou, observando-o.

Zachary : Ela quem? – Perguntou, distraído.

Vanessa : Capitu. – Disse, relutante em pronunciar o nome dela.

Vanessa : Fugiu. – Rosnou, erguendo o rosto – Assim que você foi pra casa do seu pai, eu fui atrás dela. Ia mata-la. – Assumiu, e Vanessa  sabia que ele não estava brincando – Mas já havia fugido. Eu não me dei ao trabalho de mandar procurarem.

Vanessa : Ah. – Murmurou, pensativa.

Zachary : Não pense mais nela, ma petit. Ela não vai voltar a nos atrapalhar. Eu prometo. – Prometeu, enlaçando os dedos com os dela. Vanessa  sorriu, e ele beijou as costas da mão dela.

Continua...

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Cap 110 - Família... Amor

Meu amores quanto tempo como eu senti falta de vocês, voltei me desculpem pelo sumiço por tudo. Vou ser mais presente aqui amo vocês e amanhã tem mais!!!❤❤




Edward: Voltou, então. – Disse, sorrindo, ao ver Vanessa  descer de mãos dadas com zachary.

Vanessa: Meu lugar é aqui. – Respondeu, retribuindo o sorriso. Zachary apertou a mão dela carinhosamente. Ela sorriu e deu um cheirinho, de leve, no ombro dele.

Zachary ia atender sua gana de beija-la, quando um gritinho avisou que alguém também sentiu saudade.

Vanessa: Amor da minha vida. – Chamou, estendendo os braços. Rosalie quase pulou do colo de Ashley , pulando pra mãe. Vanessa carregou ela, que riu, se abraçando a mãe. – Eu senti saudade de você. – Avisou, beijando a filha.
Rosalie deu um beijinho sapeca na mãe, e riu. Anahí riu e abraçou a filha. Sua família estava completa, novamente. Então a menina tapou os olhinhos, e abriu eles com rapidez.


Anahí: O que foi, Rose? - Perguntou, sorrindo da filha. A menina tapou os olhos novamente e os abriu, ansiosa. Anahí ia perguntar novamente, quando zachary foi na frente dela, nas costas da menina.

Zachary: Olha ele aqui. – Disse no ouvido da filha. A menina se virou, feliz, e deu um gritinho alegre pro pai, que beijou a bochecha dela, rindo.
O jantar ocorreu normalmente. Ahsley já estava com seus 5 meses de gravidez, e sua barriga estava grande. Edward conversava algo com Suri e Théo, Ashley e Christopher mimavam Diego, e Vanessa e Zachary se namoravam por olhar. Rosalie interrompia os dois com freqüência. Depois, cada um foi pro seu canto.

Vanessa: Rosalie Lílian! – Chamou, quando viu Rosalie por a fronha do travesseiro do pai na boca. A menina estava sentada na cama de Vanessa e Zachary , apoiada nos travesseiros, e tinha um no colo, com a ponta na boca. Rosalie olhou a mãe, curiosa. – Não pode. – Repreendeu, prendendo a vontade de rir. – Rose! – A menina continuou olhando os dois, com o lençol na boca. – Tira isso da boca ou eu vou tirar de você. – Avisou, se aproximando. A menina, entendendo, prendeu o lençol na boca e saiu engatinhando, no que achava ela ser rápido. Zachary ergueu a sobrancelha e riu, acompanhado por Vanessa. Rosalie tropeçou consigo mesma e caiu de boca na cama, arrancando mais risos dos pais.

Vanessa: Não chora, meu amor. – Pediu, vendo o biquinho de choro que a filha estava fazendo. Não adiantou. Rosalie desatou a chorar.

Zachary: Foi você. – Acusou, saindo de perto, prendendo o riso.

Vanessa: Super engraçado. – Ela pegou o travesseiro babado e jogou na direção dele, acertando-o nas costas. Zachary riu – Vem aqui, com a mamãe, vida minha. – Chamou, e Rosalie, ainda chorando, foi com ela.

Zachary viu Vanessa  sentar na cama e pegar Rosalie no colo. A morena ninou a filha por um instante, depois abriu o feixe da camisola, tirando um seio e deu pra menina, que se calou, mamando satisfeita. Ela sorriu e acariciou o cabelo da filha.

Zachary: E então? – Perguntou, se aproximando.

Vanessa: Sono e fome. – Respondeu, acariciando os fios louro-claros da filha.

Zachary: Como você sabia? – Perguntou, confuso, olhando Rosalie que já começava a fechar os olhos.

Vanessa: Se eu contar, você não vai acreditar. – Imitou ele, sorrindo ironicamente. Zachary riu e se inclinou pra ela, beijando-a levemente, observou como sua família era linda e se afastou, voltando pro banheiro.

Os dois namoraram mais um pouquinho, e foram dormir debaixo da chuva forte. Rosalie ressonava em seu berço. Tinha dois, mas nunca dormia em seu quarto, sempre no quarto dos pais. Só que Alfonso dormiu muito pouco. Acordou e ficou olhando Anahí dormir, calma. A felicidade por ela estar ali era tão grande, que chegava a sufocá-lo. Parecia um anjo, com suas feições finas, sua cor pálida, e seus cabelos louros. Ele sorriu, passando a mão no cabelo dela. Mas o que seu rosto tinha de angelical, seu corpo tinha de demoníaco. Ela usava uma camisola de seda preta, e seu lençol estava embolado entre as pernas. A camisola tinha um decote em V, o que deixava ela exposta. O tecido, nas pernas estava grudado, decalcando as coxas firmes que a loura possuía. Seu corpo era farto, e suas curvas eram generosas. Um anjo no corpo de um demônio.
Anahí: Hum... – Ela suspirou, acordando. Alfonso tinha dormido atrás dela, de conchinha. Ela acordou sentindo o hálito quente dele em seu pescoço. – O que houve? – Perguntou, rouca e arrepiada, olhando pra frente no escuro.
Alfonso: Não consigo dormir. – Murmurou enquanto ela se virava pra ele, ainda sonolenta.
Anahí: Gostaria que eu o ajudasse a dormir, Alfonso? – Perguntou, ameaçadora, sorrindo pra ele na escuridão. Ela estremeceu ao ouvir o riso do marido.
Alfonso: Gostaria. – Confirmou, alisando a barriga dela firmemente – Mas não do jeito que você está insinuando. – Respondeu, malicioso, ao silêncio sugestivo dela.
Anahí: Alfonso, não! – Murmurou, quando sentiu ele ir pra cima dela, no escuro. A chuva açoitava tudo lá fora.
Alfonso: O que? – Perguntou, contra a pele dela.
Anahí: Rose vai acordar. – Disse em um murmúrio, já se entregando aos carinhos dela.
Alfonso: Não vai, não. – Respondeu perto do ouvido dela, sentindo a falta de resistência do lado da mesma.
Anahí: Sim, ela vai. – Sussurrou, tentando empurrar ele, e ao mesmo tempo toda arrepiada.
Alfonso: Quer ver? – Anahí fez uma careta no escuro – ROSALIE! – Chamou em voz alta e grossa. Anahí arregalou os olhos. A casa toda devia ter acordado.
Entretanto, a menina continuou dormindo, sem nem se mexer no berço.
Alfonso: Viu? – Perguntou, sorrindo, se voltando pra ela. Uma coisa que sabia sobre Rosalie era que ela só acordava quando seu sono acabava, ou quando sentia que algo sério estava acontecendo.
Anahí: Mas...como? – Perguntou, ainda olhando a filha.
Alfonso: Shiii... – Ele tapou a boca dela com o dedo – Agora você só fica quieta, e geme. – Brincou, rindo baixo. Anahí estapeou ele, também rindo, mas foi pra cima dele, sentando-se em seu colo e beijando-o em seguida.
E assim se amaram pela 4ª vez, no dia. Qualquer um acharia isso absurdo, mas a saudade deles dois fazia disso normal. Anahí acordou com frio no dia seguinte, e se espreguiçou, dengosa. Estava nua, tudo bem, mas tinha vários cobertores por cima dela, tapando-a rigorosamente. O tempo estava mesmo frio.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Sem cabeça

Oi meus amores primeiramente feliz natal e ano novo pra vcs sei que eu tô em falta aqui mas ando tão triste que tô sem cabeça pra nada.
Vamos aos motivos, eu trabalho em uma farmácia como caixa e faltou 200 reais. Eu sei que vcs não me conhecem mas eu não peguei esse dinheiro e está desconfiando de mim, tudo bem que estão me tratando do mesmo jeito de antes mas eu sinto que meu chefe desconfia e isso tá acabando comigo.
Eu juro que eu não peguei tô com a minha consciência tranquila mas isso me afeta um pouco saber que estão pensando que eu roubei sabe, sei que é só uma fase ruim é que Deus vai me ajudar a provar ou que a vdd vai vir a tona de algum jeito. Mas agr tô focada lá pra que dê tudo certo. Pra completar meu celular está ruim e eu fazia tudo por ele. Então por favor me entendam e eu prometo voltar rapidamente só peço um tempo pra voltar a ser eu feliz de novo.

Amo vcs beijos ❤❤❤

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Cap 108 - Com amor... é amor!

Meninas eu sei que sempre digo que vou postar mais não esquecer, mas minha vida tá tão corrida eu só chego 11 hrs da noite e tudo que eu quero é a minha cama. Peço desculpas a vcs sei que tô deixando a desejar me perdoem, não desistam de mim. Amo vcs ❤❤❤



Vanessa suspirou, dividida. Era humilhante pedir. Mas seus seios já ardiam, de tanto que Zachary a atiçava, por nada. Ela prendeu a respiração, e ele observou-a curiosamente. Depois sentiu a mão da mulher, tímida, puxando a sua. Ele sorriu ao ver o que ela fazia.

Zachary: É isso? – Perguntou, perverso, e se apossou do seio dela fortemente, possessivo. Vanessa gemeu, inclinando a cabeça pra trás. Estava difícil pra Zachary, também. Vê-la ali, quase nua, deitada no chão, ter sua mão sob o corpo dela, sentindo ela se contorcer por ele, o colocava no auge de sua excitação. Tanto que sua calça já o incomodava.

Zachary se surpreendeu quando Vanessa o empurrou, instantes depois. Ele caiu deitado no chão ao lado dela, e observou a mulher, sorrindo, vingativa, sentar-se no colo dele, se inclinando sobre o mesmo. Ele sentiu os lábios dela oprimirem o seu, puxando-o pra um beijo desesperado, sedento. Ele não entendeu a intenção dela, até que sentiu a mãozinha dela descer-lhe pela calça.

Zachary: Vanessa. – Avisou, encarando-a sériamente, enquanto ela sorria. Não se devia atiçar um homem desse modo. Muito menos ele.
Vanessa: Você gosta, meu amor? – Repetiu a pergunta, olhando-o gloriosamente, enquanto um fio louro se sobressaia sobre seu rosto. Zachary sentiu ela apertar-lhe o membro firmemente, e gemeu com isso. Onde fora parar a Vanessa inocente, que ele dominava com facilidade?

Zachary: Nessa. – Murmurou, engolindo em seco. Aquela realmente era uma brincadeira perigosa. Perigosa demais pra ela.

Mas Vanessa não se importou com o aviso. Quem avisa, amigo é. E desde quando Zachary era seu amigo? Ela rasgou a camisa dele, que riu. Ela teve mais dificuldade com a camisa fina que ele com o vestido e suas diversas camadas. Ele parou de rir quando ela novamente começou a atiçar sua intimidade. A mão dela era inocente, inexperiente, o que excitava ainda mais ele. Ela desceu a boca pela pele do pescoço do mesmo, instigando-o.

Zachary: Vanessa, não judia. – Murmurou, antes de soltar um gemido agoniado, ao sentir a língua dela tocar sua barriga.

Vanessa: Não gosta, amor? – Perguntou, fazendo biquinho, com uma voz que provocava ainda mais ele.

Zachary observou Vanessa por um instante, transtornado. Demônios, aquela mulher era sua perdição.


Zachary: Maldição. – Murmurou pra si mesmo, terminando de rasgar a roupa dela.

Havia acabado ali o jogo. Vanessa abraçou Zachary com força, e ele se apossou da boca dela agressivamente. Ele deitou ela novamente no chão, livrou-se do resto de roupa que o segurava, se pôs entre as pernas dela e a invadiu violentamente. Vanessa gritou, extasiada com aquilo, e ele gemeu pelo alivio. Juntos, novamente, como eu um só. Vanessa enlaçou as pernas na cintura dele, que segurou a coxa dela possessivamente. Então ele começou a se mover, e todo o sofrimento, toda a saudade que ela tinha passado não era nada. Os movimentos dos dois eram tão fortes, tão intensos, que as vezes as costas de Vanessa se arrastavam de leve pelo chão.

As costas do moreno já estavam possuídas pelas unhas dela, do mesmo jeito que o pescoço e o colo dela já estavam da cor de sangue. Zachary mordia o lábio, pois fazia força, e tinha o rosto enterrado no ombro dela. Vanessa tinha uma mão no cabelo dele, e as vezes puxava, pelas estocadas fortes que recebia. Se houvesse alguém naquela mansão, com certeza ouviria os gemidos, até gritos dos dois. Os minutos se passaram, a chuva caia lá fora. Vanessa, com um ultimo grito, desfaleceu-se, sorrindo, satisfeita. Minutos depois foi a vez dele, que com um grunhido, se satisfez. O silêncio reinou por instantes, enquanto os dois se recuperavam.

Zachary: Eu machuquei você. – Murmurou, ao ver a marca da boca e dos dentes dele no colo dela. Ela estava quieta, ainda anestesiada, acariciando-lhe as costas e os cabelos.

Vanessa: E você deve ter perdido metade do cabelo comigo. – Comentou, sorrindo.

Zachary: Algo me diz que metade das costas, também. – Observou, brincando. Vanessa abaixou o olhar, e viu os vários traços cor de sangue que ela deixara ali.

Vanessa: Me desculpe. – Pediu, envergonhada, tocando as marcas que deixou, como se seus dedos fossem cura-lo.
Zachary: Tola. – Ele deu um beijinho no queixo dela, que sorriu – Eu machuquei você? – Perguntou, sério e preocupado agora. Se excedeu com a força.

Vanessa: Não. Foi bom. – Admitiu, corando, e ele sorriu – Mas se eu não conseguir andar amanhã, a culpa é toda sua. – Zachary riu, e ela sorriu.

Zachary: Nunca foi assim, não é? – Perguntou, acariciando o cabelo dela.

Vanessa: Não tão violento. – Admitiu, e Zachary fez uma careta – Cala a boca. Eu adorei. – Ela mostrou a língua pra ele, enquanto lhe acariciava o cabelo

Zachary: Sério?

Vanessa: Sério. Me lembre de provocar você mais vezes. O resultado é prazeroso. – Sorriu, manhosa.

Zachary: Eu te amo. – Disse, olhando ela.

Vanessa: Eu sei. – Brincou, encarando o marido. Instante depois ele a beijou, levemente. Os lábios de Vanessa estavam doloridos, mas estava valendo. Tinha que dar certo, pelo menos dessa vez.

Zachary: E lá se foi mais um vestido. – Comentou, puxando o tecido preto pra cima dos dois.

Vanessa: Você já deve ter detonado mais de 10. – Fez uma careta.

Zachary: Pense pelo lado positivo, foi melhor que a cama. – Brincou, sorrindo.

Vanessa: Que? – Ela riu dele.
Zachary: A cama teria quebrado. – Constatou, e Vanessa arregalou os olhos – É sério.

Vanessa: Pára. – Tapou a boca dele.

Zachary: Você fica linda quando tem vergonha. – Comentou, acariciando o rosto dela.

Vanessa: Deve ser por isso que você me envergonha tanto. Tsk tsk. – Fez sinal negativo com a cabeça.

Zachary: Você está com frio? – Perguntou, sentindo a pele dela esfriar sob a sua.

Vanessa: Um pouco. – Admitiu – Também, olha a chuva. – Indicou o barulho forte da chuva batendo nas janelas.

Zachary: Vem.

Zachary se soltou dela e a carregou, deixando o resto das roupas dos dois no chão, e levou ela pra cama, colocando-a debaixo do edredom, e deitando-se do seu lado.
Depois, os dois ficaram se encarando, sem dizer nada.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Cap 107 - De volta

               Feliz dia das crianças ❤❤
Espero q gostem desse capítulo comentem e surtem com o nosso casal amo vcs beijos 😘😘😘😍❤




O caminho até a mansão Efron foi silencioso. Vanessa sorriu ao passar pelo portão da propriedade. Lembrava de cada passeio ali. Quando a carruagem parou na frente da porta principal da mansão, ela suspirou e desceu. Lembrou-se da ultima vez em que estivera ali. Da certeza de não voltar mais. Entretanto, ali estava ela. Só que não havia tempo. Precisava ser feito logo, antes que perdesse a coragem. Ela subiu a escadaria, segurando a barra do vestido ao fazê-lo.

Rosa: Senhora. – Cumprimentou, surpresa e contente.

Vanessa: Rosa. – Retribuiu – Minha filha? – Perguntou, sentindo falta dos gritinhos de Rosalie.

Rosa: Saiu juntamente com a senhora Ashley, o senhor Christopher, o senhor Edward, Théo, Suri e o menino Diego. – Respondeu, prontamente. – Creio que foram as compras.

Vanessa: Zachary? – Perguntou, por fim.

Rosa: Acredito que esteja no banho, senhora. – Respondeu, breve – Se quiser, eu a anuncio.

Vanessa: Não. Eu conheço o caminho. Obrigado, Rosa. – A senhora assentiu, e se retirou.

Vanessa ergueu o olhar brevemente pra o segundo andar, e avançou. Logo estava no quarto dos dois. Podia ouvir o barulho da agua, vindo do banheiro. Ela avançou silenciosamente pelo quarto, observando. Tinha tantas lembranças desse lugar. E agora estava ali, parada, com uma decisão daquelas pra anunciar. Ela olhou, curiosa, pra penteadeira. Fora tudo o que ela deixou, coisas que não saíram do lugar, havia um porta retratos. Ela se abaixou levemente, olhando a foto. Era ela, no baile em que Edward lhe levou, em seu aniversário. Zachary cortara o pedaço do jornal. Tirara a parte onde Edward estava, e deixou apenas Vanessa. Ela sorria, radiante. Estava observando isso, quando a voz em sua cabeça tornou-se real.

Zachary: Vanessa? – Perguntou, surpreso, saindo do banheiro. Usava uma camisa branca e uma calça abrigo preta, e secava os cabelos com uma toalha alva. Vanessa se ergueu, encarando o marido.

Vanessa: Eu me lembro que quando eu cheguei aqui, o barulho da chuva me apavorava de noite. – Observou, quando ouviu a chuva começar a bater na janela.

Zachary: É por causa do andar de cima. Sempre foi vazio, faz eco. – Explicou, observando-a.
Coloque a cabeça em meu travesseiro,
Eu sentarei ao seu lado na cama ♫


Vanessa caminhou um pouco, olhando a penteadeira. Não sabia como começar. Estava perdida, haviam lembranças demais.

Vanessa: Você me deu isso quando fizemos 1 mês de casados. – Lembrou, pegando uma corrente que estava solta, perdida na penteadeira. Era uma gargantilha normal, com uma flor de 6 pétalas na ponta. Em cada pétala havia um diamante médio. No meio de todas havia um grande. Da flor caia um fio de prata, com um pingentinho na ponta.

Zachary: Eu... eu lembrei de você, quando vi. Então comprei, e esperei a oportunidade pra te dar. Isso aconteceu 2 meses antes do seu aniversário. Eu ia te assustar se aparecesse do nada com um diamante, e você não havia sido inteligente nem nada, eu não tinha como... – Interrompido
Você não acha que está na hora
De dizermos algumas coisas que não foram ditas? ♫


Vanessa: Eu amo você. – Interrompeu, ao criar coragem.

O coração de Zachary saltou ao ouvir aquilo. Ele tinha a certeza de que ela havia ido ali terminar com ele, e buscar Rosalie, mas ela havia dito que o amava. Não era uma alucinação, ela o amava.

Zachary: Eu também amo você. – Respondeu, com um sorriso de canto.
Nunca é tarde para voltar àquele lugar,
De volta pelo caminho que nós estávamos ♫


Vanessa: Eu não queria perdoar você. – Disse, mordendo o lábio em seguida. Seu coração batia tão rápido que chegava a machucar.

Zachary: Eu sei que não. – Disse, olhando-a.

Vanessa: Mas eu... eu não sei. Eu estou presa a você. – Disse, agoniada – Eu não consegui ir embora. Eu podia vir aqui, eu podia buscar Rosalie e sumir, mas eu não consigo. E eu também errei com você, me envolvi com seu irmão.

Por que você não olha para mim
Até deixarmos de ser estranhos? ♫


Zachary: Você não precisa ir. – Lembrou, observando-a – Eu estou aqui. Eu te amo. Ninguém quer que você vá. Eu não quero. E sobre Edward eu perdoo, assim como quero que você me perdoe e esqueça tudo sobre Capitu.  Eu errei mais Vanessa.

Vanessa: Como se eu fosse conseguir viver longe de você. – Murmurou, com a voz embargada. Me perdoe? De verdade?

Zachary: Você não precisa tentar. Você me perdoou? Estamos perdoados. Vamos recomeçar... mais uma vez.
Às vezes é difícil de me amar,
Às vezes é difícil de te amar também ♫


Vanessa: Ah, me beije, meu amor. – Pediu, sentindo o olhar se inundar. – Me beije antes que eu tenha medo, antes que eu queira fugir. Me beije antes que alguém nos separe de novo.

Zachary jogou a toalha que tinha na mão na poltrona mais próxima. Ele se aproximou da amada calmamente, passando-lhe confiança. Mas Vanessa estava nervosa demais. Não sabia se era a escolha certa. Ela só seguiu o que o coração dela mandou. Ele era, aproximadamente, uma testa mais alto que ela. Quando ele parou na frente dela, pôs uma mão em sua cintura, por cima do espartilho preto. Ele percebeu que a respiração dela estava alterada, devido ao nervosismo.
Eu sei que é difícil de acreditar
Que o amor pode nos salvar ♫


Zachary: Calma. - Murmurou, erguendo o rosto dela levemente com a mão. Vanessa sorriu, engasgada. Era como sempre: ele guiando ela. Ele sorriu, e em seguida a encarou. Ela fechou os olhos ao sentir a respiração dele sob o seu rosto, e em seguida sentiu os lábios dele oprimirem os seus gentilmente. Ela entreabriu os lábios, dando espaço à língua dele. Sentiu a língua do marido, lentamente, invadir sua boca. Quando, por fim, aconteceu, ela teve a certeza de que precisava. Ali era o seu lugar. Enlaçou os braços no pescoço dele, e o beijou com gana. Zachary sorriu, e abraçou ela pela cintura com as duas mãos. Não havia mais calma nos movimentos dos dois. Só saudade, paixão, desejo, amor. O cabelo dela logo se soltou, caindo livremente por suas costas. Pro diabo se ia dar certo ou não, eles tinham um ao outro.

Após minutos de beijos, ou talvez tenham sido várias tardes chuvosas, Zachary desceu os beijos pro pescoço de Vanessa. Ela sorriu, de olhos fechados, acariciando a cintura do marido com a ponta das unhas. Zachary beijava a pele dela com tal intensidade, que além das marcas vermelhas que apareciam rapidamente na pele dela, o rosto da morena balançava levemente a cada movimento dele. O sorriso de Vanessa era satisfeito, enquanto o marido a atiçava. Só que a cama estava muito longe. Longe demais pra mais de um ano de desejo guardado. Vanessa foi se abaixando, e Zachary junto, até que ela se sentou no chão impecavelmente lustrado. Zachary deitou ela com toda a calma no chão, e após se deitar sob ela, voltou a beijá-la. Vanessa arfou durante o beijo, ao sentir a mão dele subindo-lhe pelo interior da coxa, acariciando-lhe firmemente. A mão de Zachary ainda estava fria, pelo banho, mas isso não impedia que a pele dele se incendiasse sob a dele. Ele sorriu ao perceber a reação da esposa.

Zachary: Se importa? – Perguntou, com um sorriso divertido no rosto, olhando sugestivamente pro vestido dela.

Demoraria demais pra desamarrar o vestido. Vanessa sorriu por antecipação, e abriu os braços pro lado. Zachary riu levemente e se ergueu, começando a rasgar o vestido dela.
Ela o observou, com um sorriso de canto no rosto, lembrando-se da sua noite de núpcias. Novamente ela estava no chão, novamente ele lhe rasgava a roupa, novamente ele iria possuí-la, e mais uma vez ela não conseguiria fugir. Mas dessa vez era porque não queria.

Vanessa: Amor, pára! – Pediu, ruborizando, quando ele, após terminar de rasgar-lhe o vestido, que formou um tapete no chão em volta dos dois, pôs-se a observar fixamente o corpo dela, coberto apenas pelo espartilho e pelo mini-short.

Zachary: Tão linda, ma petit. – Murmurou, tocando-lhe a barriga sob o corpete frouxo. Vanessa prendeu a respiração pelo toque e se arrepiou por ser chamada pelo velho apelido. Zachary sentiu o estremecimento dela debaixo de sua mão, e sorriu, maliciosamente – Você gosta, petit? – Perguntou, observando-a, enquanto sua mão forte lhe subia pela barriga dela, debaixo do espartilho.

Vanessa: Unhum. – Murmurou, perdida no que sentia. Queria que ele lhe rasgasse o resto da roupa e lhe possuísse da maneira mais violenta que conseguisse, mas que acabasse com essa tortura.

Zachary: Eu não ouvi, petit. – Perguntou, perverso, enquanto subia a mão da barriga pro vale entre os seios dela. Ele passou o dedo indicado firmemente naquele ponto, fazendo ela ter vertigens. Vanessa gemeu baixinho, agoniada por mais.

Vanessa: Gosto. – Admitiu, sentindo o rosto ruborizar.

Zachary: Então peça para que eu continue. – Disse, parando a mão ali, sorrindo divertido. Vanessa abriu os olhos, encarando-o incredulamente. Mas ele estava falando sério.

Vanessa: Nem sonhe com isso. – Disse, com a sobrancelha erguida.

Zachary: Pede pra mim, petit. – Murmurou, após se deitar por cima dela, perto de seu ouvido. – Diz pra mim o que você quer que eu faça. Eu sou seu. Estou esperando as suas ordens. – Vanessa fechou os olhos, sentindo o hálito quente do marido na pele dela – Pede, petit. – Vanessa negou com a cabeça. Nesse momento ela sentiu os dedos dele começarem a tatear-lhe a pele. – Mande em mim. – Pediu com a voz rouca, antes de morder a orelha dela.

Vanessa: Zachary, pára com isso. – Implorou, torturada. Ele sorriu abertamente ao ver a reação dela.

Zachary: Eu não estou pedindo tanto. Me diga o que você quer, e eu farei.- Instigou, soprando o pescoço dela de leve, vendo-a se arrepiar.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cap 106 - Vanessa e Corbin

Oi meus amores agradeço de coração a preocupação comigo, agradeço estou mto bem pronta pra voltar pra vcs. Espero que gostem de coração e comentem , amo vcs 😍❤❤❤



Em média, um mês se passou. Vanessa já estava bem melhor. Porém, seu coração continuava em conflito. Edward foi visita-la quase todos os dias, e levou Rosalie diversas vezes. Zachary tinha ganas de ir também, mas não queria pressiona-la com sua presença.

Corbin: Vanessa, você está sendo tola. – Reclamou, depois de conversar longamente com a irmã.

Vanessa: Não estou, não. – Cruzou os braços.

Corbin: Você me disse que o verdadeiro amor sempre volta. – Lembrou, e Vanessa assentiu – Talvez o seu tenha voltado.

Vanessa: É, talvez. – Disse, irônica – O que Zachary já fez por mim, Corbin? É só me machucar, depois voltar e pedir desculpas. Não é assim.

Corbin: Vanessa, Zachary salvou sua vida. – Lembrou, sério.

Vanessa: Foi uma coincidência! Ele foi atrás de mim, e me encontrou ferida. Me carregou e me levou pra um hospital.

Corbin: Negativo. Ele tirou o veneno da cobra de você, antes disso.

Vanessa: Que? – Perguntou, suspresa.

Vanessa não sabia dessa parte. Zachary não contou. Só disse que havia encontrado ela. Mas Corbin não hesitaria em contar a verdade.

Corbin: Ferimento por ferimento. Se ele engolisse aquilo, podia ter morrido. Você estaria morta se ele não tivesse feito. Um por um, fez o que pode por você.

Vanessa: Eu... eu não sabia. – Murmurou, pensativa.

Corbin: Christopher matou a cobra, mas foi Zachary que tirou o veneno de você. Pense nisso.

Vanessa: Eu estou confusa, Corbin. – Assumiu, afundando no travesseiro.

Corbin: Não deixe que o amor escape por entre os seus dedos como Monique escapou de mim, Nessa. Dói muito olhar pra trás e não poder fazer nada. – Disse antes de dar um beijo na testa dela, e sair do quarto, deixando Vanessa entre a cruz e a espada.

Vanessa não dormiu aquela noite. A chuva açoitava a janela, e ela chorava. Estava decidida. Mas antes, precisava chorar toda a sua dor, pra que conseguisse. No dia seguinte, amanheceu calma. Já não havia o que chorar.

Médico: Está livre, senhora Herrera. – Anunciou, sorrindo, após verificar o pé dela. Estava livre do gesso.

Vanessa: Em nome de Deus, até que enfim. – Ela sorriu, acariciando o calcanhar.

O médico deu umas recomendações, como por exemplo não forçar muito o pé nos primeiros dias. Vanessa assentiu. Em seguida, passou uns minutos pensando. Se levantou, se banhou, se vestiu. Usou o único vestido preto que Zachary lhe mandara. Se penteou, e, verificando-se uma ultima vez, saiu de seu quarto.

Corbin: Boa sorte. Estarei sempre ao seu lado. – Desejou e disse, ao encontrar a irmã no corredor. Vanessa assentiu, o abraçou e seguiu.

Rafa flor, sim estou bem melhor. Morri de sdds tbm. Esses capítulos de agora vão ser bem emocionantes te garanto bjs 😘❤

Zanessa flor todos temos compromissos o importante é q vc sente falta e tá aqui, senti sua falta tbm não suma hein bjs 😘❤

Isa se é q posso te chamar assim sua primeira vez aqui né? Seja bem vinda espero q curta, bjs 😘❤

Gabiii flor sdds quase te mato do coração né kkkkkk n vou fazer de novo bjs 😘❤

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cap 105 - Edward!

Meninas antes de mais nada desculpa, sei que vcs estão cansadas desses meus pedidos de desculpas e depois sumo de novo. Mas esse foi um caso sério, eu fiquei doente n tinha ânimo pra nd nem pra trabalhar mas eu fui. Só q me ausentei daqui senti mto a falta de vcs e espero q de coração vcs me perdoem por o sumiço e tudo. Só posso dizer q senti mto a falta de vcs de poder me comunicar de brincar e rir com cada comentários de vcs. Boa leitura e agradeço sim até breve pq n vou demorar a aparecer 😉😍❤❤❤





Vanessa: Edward. – Murmurou, sorrindo, ignorando o pai.
Edward: Interrompo? – Perguntou, olhando secamente pra Greg. Edward ouvira a ultima frase.
Greg: Não, é claro que não. – Respondeu, sorrindo, levemente descontraído – Bom, Vanessa. Vou deixa-la a sós com a sua visita. – Ele encarou a filha uma ultima vez, e saiu.
Vanessa: Odeio ele. – Comentou, sorrindo. Edward riu e se aproximou da cama.
Estou pensando em você
Hoje à noite em minha solidão insone. ♫

Edward se aproximou, e se sentou ao lado dela. Em seguida, ergueu a mão forte e fechou-a em volta do pescoço da morena, levemente. Vanessa ergueu a sobrancelha.
Edward: Se atreva a desaparecer desse jeito novamente, e seu destino não será muito agradável. – Ameaçou, apertando um pouco o pescoço dela, mas sorria. Vanessa riu.
Vanessa: Por favor, não me mate. – Fingiu estar asfixiando. Edward riu, e soltou o pescoço dela.
Se é errado amar você
Então meu coração não vai deixar agir certo ♫

Edward: Eu quase enlouqueci procurando você. – Comentou, segurando a mão dela.
Vanessa: Eu senti sua falta. – Comentou, sorrindo. A pele dela ainda se arrepiava sob o toque frio dele.
Porque me afoguei em você
E não sobreviverei sem você do meu lado ♫

Vanessa conversou com Edward por horas a fio. Os dois riam um do outro, do que fizeram enquanto o outro estava distante.

Vanessa: E Isabella? – Perguntou, por fim.

Edward: Está bem. A barriga dela já está saliente. – Comentou, sorrindo de canto – Esse filho tem sido minha razão de viver, ultimamente. – Ele observou Vanessa por um instante – Você vai voltar pra ele? – Perguntou, olhando-a.

Eu daria tudo de mim para ter
Só mais uma noite com você ♫


Vanessa: Eu não sei. Tenho medo e insegurança. Mas eu o amo, Edward. – Edward sorriu com a confissão dela – Eu o amo com cada fibra do meu coração. – Ela olhou pra as mãos, pensando nisso.
Edward: Ele te ama, também. – Vanessa ergueu o rosto. Não esperava ouvir isso. Não de Edward. – Ele sofreu muito, Nessa. Não aprovo as atitudes dele, mas não vou ser hipócrita. Eu não sabia que ele era capaz de chorar. – Acrescentou, com um sorriso torto no rosto.

Vanessa: Eu soube disso. – Acrescentou, pensativa.

Eu arriscaria minha vida para sentir
Seu corpo junto ao meu ♫


Edward: Você precisava ter visto aquilo. É uma pena não poder ter gravado. – Vanessa riu de leve – Entretanto, segundo Théo, daqui a anos haverá algo que se chamará câmera digital, e ai poderemos gravar as coisas. – Vanessa fez uma careta, e Edward riu.

Vanessa: Théo. – Disse, se lembrando do menino e suas tolices.

Edward: Eu estava pensando em nós dois, outro dia. – Comentou, pensativo.

Vanessa: E...? – Ela sorriu com a recordação das inúmeras tardes no chalé.

Porque eu não consigo deixar de
Viver na lembrança de nossa canção
Eu daria tudo de mim pelo seu amor hoje à noite ♫


Edward: Se você não amasse ele, e se Bella não fosse o meu ar, nós teríamos sido perfeitos, um pro outro. Fácil como respirar.

Vanessa: Talvez, quem sabe, se os nossos pais tivessem invertido os casais. Zachary estaria com Isabella, agora. E eu com você. E dezenas de filhinhos com os olhos da cor de wisky, correndo por aquela mansão. – Observou, sorrindo.

Edward: Bella e Zachary? – Vanessa assentiu, e ele riu – Não creio que tivesse dado certo. Você teria amado ele. Do mesmo jeito que ela seria minha, a partir do primeiro momento que eu a visse. Então, mais adultério. – Ele fez uma careta, e Vanessa riu – Se Rosalie fosse minha filha, eu teria tirado você dele. Não sei como, mas estaríamos longe.

Vanessa: Eu já pensei muito nisso. Seria absurdo. – Confessou, com uma careta. Edward riu.

Edward: Foi tudo fora do planejado. – Anahí assentiu – Agora só nos resta esperar o nosso final feliz, Nessa.

Vanessa: Eu não sei o que fazer. Eu não vejo o caminho do meu final feliz. – Assumiu, com a voz embargada.

Edward: Seu coração vai te mostrar o caminho, minha Vanessa. Espere e verá. – Ele avançou pra ela, que fechou os olhos. Então sentiu os lábios frios dele tocarem-lhe a testa sutilmente, em um doce beijo de despedida. Seu coração vai te mostrar, Vanessa.

Continua...