quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Cap 109 - O início de um novo futuro

Vanessa: Eu senti saudade. – Admitiu, abraçada a ele, fazendo carinho em seu peito.

Zachary: Você não sabe o que é saudade. – Respondeu, colando a testa com a dela.

Vanessa encarou Zachary por um momento. Ela via seu futuro nos olhos dele. Ele sorriu, e a beijou levemente. Mas como nós já conhecemos Vanessa e Zachary, a coisa passou dos limites, novamente. As mãos de Zachary pareciam pertencer ao corpo dela, enquanto ele preparava ela.

Vanessa: Zachary! – Chamou, rindo, quando ele se deitou sob ela, e se pôs a beijar-lhe o ombro.
Zachary: É o meu nome. – Respondeu, sorrindo, sob a pele dela.

Vanessa: Não! – Repreendeu, ainda rindo.

Zachary: Não quer? – Deu a opção a ela, dando um beijinho em sua maxilar.

Zachary encarou ela, esperando sua resposta. Não se chatearia se recebesse um não. Nada o chatearia agora. Vanessa o encarou por momentos, sentindo o amor pulsar dentro de seu peito. Ela acariciou o rosto dele, que sorriu pelo carinho. Então ele sentiu o pé dela lhe acariciando a perna, enquanto ela lhe dizia “sim”, enlaçando as pernas em sua cintura. Ela sorriu junto com ele, mordendo o lábio. Vanessa pegou o rosto dele com a mão, e o beijou apaixonadamente. Entre o beijo, ela sentiu a mão dele segurar-lhe o quadril, e ele se por a invadi-la, lentamente. Ela soltou um gemido fraco e se abraçou ao marido, sentindo ele possuí-la, cada vez mais. Ele deu um beijo de leve na trave da boca dela, que sorriu de olhos fechados. Os dois começaram a se movimentar juntos, em uma dança que proporcionava um prazer indescritível aos dois.
Os minutos se passaram, e a entrega dos dois era total. Dessa vez, foram juntos. Vanessa gemeu, satisfeita, e Zachary gemeu o nome dela, antes de amolecerem. Passaram minutos assim. Até que Zachary começou a rir.

Vanessa: Em nome de Deus, qual o seu problema? – Perguntou, dando um tapinha na testa dele.

Zachary: Desejo por você. – Respondeu, tranqüilo, e Vanessa beijou os lábios dele de leve. Zachary descansou o rosto no colo dela, que o abraçou pelas costas, e assim os dois dormiram, felizes, satisfeitos, plenos.

Vanessa e Zachary dormiram por, em média, 3 horas e meia. Começava a anoitecer quando acordaram. A falta de barulho na casa avisou que ninguém havia chegado. Vanessa acordou primeiro, e olhou o marido, pensativa. Por fim, sorriu, deu um selinho de leve nele e separou seu corpo do dele, se levantando. Cobriu Zachary e foi pro banheiro. Estava tomando banho, quando ele entrou no cômodo, sonolento ainda.

Zachary: Porque não me chamou? – Perguntou, passando a mão no rosto, olhando ela. Ele havia vestido sua calça abrigo novamente, e estava sem camisa. Vanessa tomava banho dentro do box. Era um vão meio elevado do chão, com uma parede azulejada branca que cobria até o colo da pessoa. Desse modo ele só via o colo, o ombro e a cabeça dela. Vanessa estava terminando de lavar os cabelos.

Vanessa: Porque você parecia um anjo dormindo. Seria covardia. – Ele sorriu e ela soltou um beijinho pra ele, entrando debaixo d’agua, pra tirar a espuma do cabelo.

Zachary se encostou na bancada do banheiro, e ficou observando ela. Tão perfeita, e tão alheia de sua perfeição. Ela enxaguava os cabelos com naturalidade. Ele viu ela sair de debaixo d’agua, pegar um creme de um pote que estava perto do xampu dela, ele supôs que fosse condicionador, e por no cabelo, massageando-o em seguida. Logo após ela entrou na agua de novo. Ele nem podia acreditar que finalmente ela estava ali. Porém, reparou que ela estava quieta demais.

Zachary: Aconteceu alguma coisa, petit? – Perguntou, olhando ela, que estava meio distante.

Vanessa: Hãn? – Ele riu dela, que sorriu – Não, nada. Só estou um pouquinho preocupada. – Admitiu, enquanto tirava o creme do cabelo.

Zachary: Com o que? – Perguntou, se aproximando.

Vanessa: Rosalie. Eu não gosto que ela fique na rua, exposta, quando o tempo está assim. – Disse em relação a chuva, que não parava – Ela se resfria com facilidade. – Comentou, molhando o pescoço.

Zachary: Não se preocupa. Ashley não vai deixar ela exposta. Logo ela vai estar aqui, gritando como sempre. – Comentou, se encostando na parede do box, olhando ela. Vanessa riu.

Vanessa: Você ainda quer ter filhos? – Perguntou, olhando a ponta dos cabelos.

Zachary: Com você? – Vanessa ergueu uma sobrancelha, ele riu – Quantos você quiser. 20. 30. – Vanessa arregalou os olhos, e ele sorriu.

Vanessa: Bobo. – Disse, se encostando na parede também, de modo que os corpos dos dois só ficaram separados pela parede do box. – Te amo.

Zachary: Eu também. Mas vou te amar menos se você não me der um beijo. – Disse, prendendo o riso. Anahí sacudiu a mão, chuviscando agua nele, que se esquivou. – Umzinho só? – Pediu, aproximando o rosto do dela.

Vanessa : Só um. – Impôs, brincando, enquanto observava ele.

Zachary  fingiu pensar no assunto, depois balançou a cabeça negativamente. Mas antes que Vanessa pudesse reclamar, ele puxou o rosto dela com a mão, e se apossou da boca dela sedentamente, e não havia mais motivo pra reclamar.


Zachary : Estúpida. – Acusou, ao solta-la.

Vanessa : Idiota. – Rebateu, com a sobrancelha erguida.
Os dois se olharam, e se beijaram de novo. E a bendita parede no meio.

Vanessa : Amor. – Chamou, com um sorriso de canto.

Zachary : O que? – Perguntou, olhando-a, divertido.

Vanessa : Você não quer vir aqui? – Ela apontou pro lugar onde a agua do chuveiro caia, e sorriu travessamente.
Zachary : De novo? – Questionou, prendendo o riso.
Zachary  viu Vanessa  fazer uma careta, e depois ruborizar. Ela ergueu a sobrancelha pra ele depois se abaixou atrás do muro, sumindo da visão dele.
Zachary : Petit? – Chamou, rindo, olhando pra baixo.
Vanessa : Petit é a senhora sua avó. – Retrucou, e Zachary riu mais ainda, sentindo a vergonha na voz dela.
Ele, ainda rindo, fez a volta e entrou no boxe, encontrando ela rubra de vergonha, encostada na parede, com uma mão no rosto.
Zachary : Psiu! – Chamou, se aproximando. – Vem aqui, minha taradinha.
Vanessa : Agora eu não quero mais. – Disse, gloriosa, sorrindo.
Zachary : Porque não, vida minha? – Perguntou, se aproximando mais dela.
Vanessa : Porque não. – Ela fez um biquinho – Se quiser, agora, vai ter que pedir. – Murmurou pra ele, sorrindo.
Zachary : Você quer que eu peça? – Perguntou, avançando pra ela, que recuou, se encostando na parede.
Vanessa : Quero. Vai ter que implorar. – Impôs, sorrindo de canto.
Zachary : Por favor? – Murmurou no ouvido dela, após prensa-la na parede. Vanessa  estremeceu.
Vanessa : Por favor o que? – Perguntou com os lábios entreabertos
Zachary : Deixa eu amar você? – Perguntou, com a boca colada ao ouvido dela. Vanessa soltou um gemido fraco, involuntário ao ouvir isso.
Vanessa : De novo? – Perguntou, irônica. Mas sabia que já estava entregue a ele.
Zachary : De novo. – Confirmou, dando um beijo chupado no pescoço dela – E outra vez. – Beijou novamente, outro ponto. Vanessa suspirou – E sempre. – Finalizou, erguendo o rosto pra encara-la.
Zachary encarou Vanessa  por segundos, e ela acariciou o rosto dele com a mão molhada. A agua fria caia sobre os dois, e a calça que Zachary vestia já estava completamente molhada. Ele suspirou, derrotado, por fim, e segurou o rosto dela, para beija-la. E assim eram um do outro, e não havia mais jeito. Os dois se livraram da calça dele, que virou um bolo cinza, ensopado, no canto do banheiro. Zachary  carregou Vanessa , deixando-a prensada na parede, e ela enlaçou as pernas na cintura dele. Vanessa  deu um grunhido fraco quando ele a invadiu. Estava sensível, essa era a terceira vez que ia pra cama com ele em menos de 12 horas, sendo que a primeira vez foi excessivamente agressiva. Zachary a olhou, preocupado, mas ela sorriu e o beijou. Os minutos passaram, e eles se pertenciam. Tempos depois, com o ultimo gemido, os dois se satisfizeram.

Zachary : Você é louca. – Acusou, ainda abraçado a ela, que ria. – Espera. – Ele pediu, soltando-a, olhando pra baixo.
Vanessa : O que houve? – Perguntou, confusa.
Zachary : Rosalie. – Ele sorriu de canto. Nesse momento o gritinho sorridente da menina invadiu o segundo andar.
Vanessa : Como você faz isso? – Perguntou, incrédula. Ele riu. Zachary sentia a presença da filha antes de todos perceberem.
Zachary : Se eu contar, você não vai acreditar. – Debochou, ainda rindo. Vanessa jogou uma mão de água nele, que se defendeu com os braços, rindo. – Eu te amo, mulher. – Disse, rindo, enquanto abraçava ela novamente.
Vanessa : Eu também te amo, seu ridículo. – Respondeu, com um bico engraçado. Ele deu um beijinho no bico dela, e outro na testa. Em seguida terminaram o banho, conversando, e foram se aprontar.
Rosalie esperava pelos dois.

Cap 112 - A chegada de... Bella

Começaremos 2019 retornando aqui pra essa história que amo. Quantas saudades eu estava de vcs fica difícil pq esse site n tem um App e eu leio mais pelo Wattpad mas pretendo terminar essa história que amo. 





A noite foi estranha. Vanessa e Zachary dormiram separados, cada um em seu lado da cama, para evitar maiores problemas. Os dois morriam de vontade de se tocar, de se amar novamente, mas foram com sede demais ao pote, então tiveram que se segurar.

Zachary: Nessa. – Avisou, quando sentiu a mão dela sob seu peito.

Vanessa: Me deixe só te abraçar. – Pediu, frustrada por não poder ir além.

Zachary: Vem aqui. – Ele estendeu o braço pra ela, que amparou o rosto em seu ombro, abraçando-o pela cintura. Zachary enlaçou a cintura dela com o braço livre, prendendo-a em um abraço carinhoso. – Eu amo você. – Disse, antes de beijar-lhe a testa.

Vanessa: Eu amo você, também. – Disse, imitando voz de bebê. O coração de Zachary se derreteu enquanto ele ria, e mordia a pontinha do nariz dela.

Vanessa deu um leve beijo de boa noite nele, e os dois dormiram, enlaçados um no outro. No dia seguinte ela acordou bem melhor. Conseguia andar, mas sentar ainda era um pouco complicado. A páscoa se aproximava, e as crianças da casa só pensavam nisso.

Vanessa : Não consigo respirar. – Rosnou pra Ashley, que afrouxou o laço. Vanessa suspirou. Rosalie observava a mãe a tia, curiosa.

Théo: Sabe, daqui a alguns anos vai existir algo chamado sutien. Vai substituir o espartilho, e será bem mais confortável. Deixará a barriga livre. – Comentou, distraído.

Ashley: O que? THÉO! – O menino riu, e saiu correndo, fechando a porta.

Zachary fora trabalhar, junto com os irmãos. Ashley terminou de laçar o vestido de Vanessa, que era cor de pêssego. A morena deixou os cabelos soltos, como o amado gostava. Se perfumou, e foi com Ashley  esperar o marido voltar.

Vanessa : E se for um menino? – Perguntou, olhando a barriga de Ashley , que carregava Rosalie.

Ashley : Não sei ainda. Christopher sugeriu Victor, mas ainda não tenho certez...
As duas pararam na sacada do andar de cima, olhando a pessoa que estava parada no andar de baixo. Era uma mulher, uns centímetros mais baixa que Vanessa . Tinha os cabelos castanhos avermelhados, e os olhos da cor de chocolate. Vestia um vestido cor de azul claro, e seu cabelo era cacheado. Estava grávida, também. Só devia ter um mês, ou dois a menos que Ashley . Ela ergueu os olhos, e pareceu reconhecer Vanessa também, pelo olhar que lançou a morena. Seu olhar foi simpático para com Ashley, mas quando identificou Vanessa, seus olhos se endureceram. Isabella.

Ashley : Você deve ser Isabella, não é? – Perguntou, simpática, descendo as escadas.

Isabella: Bella. – Corrigiu, calma, ainda olhando Vanessa.

Ashley: Sou Ashley . – Se apresentou, sorrindo.

Bella cumprimentou Ashley  simpaticamente, enquanto Vanessa  descia as escadas. Não queria briga, aquela era a Isabella de Edward. Mas algo no olhar da morena despertou um sentimento novo em Vanessa . Não iria se rebaixar a ela.

Vanessa : Sou Vanessa . – Disse, ainda descendo a escadaria – Mulher de Zachary . – Se intitulou, parando em frente a morena – É um prazer ter você em minha casa. – Alfinetou, sorrindo.

Bella encarou Vanessa por um instante, com faíscas saindo por seu olhar. A morena  sorriu, ironicamente, divertida. Acreditava que passar tanto tempo com Zachary tinha lhe ensinado a ser sarcástica.

Bella: E o meu Edward, onde está? – Perguntou, dando ênfase ao “meu”. Vanessa não se importou.

Ashley : Er... está trabalhando. Voltará pro almoço. Venha, vou lhe levar ao quarto dele, pra que você possa descansar. – Disse, fazendo as honras da casa.

Bella encarou Vanessa uma ultima vez. A morena manteve o olhar da morena. Depois, sorriu pra Ashley, e a acompanhou. Vanessa olhou as duas subirem, com um sorriso de canto no rosto, depois foi ver Rosalie, que estava quieta por tempo demais pro seu próprio bem. Vanessa  cuidou de Rosalie, e conversou com Ashley a manhã inteira. Na hora do almoço, após se aprontar, estava indo esperar Zachary na sala, quando Edward chegou em casa. Ela ia cumprimenta-lo, mas algo a fez retroceder.

Bella: Edward. – Murmurou, disparando em direção ao marido, que entrava em casa.

Edward: Bella. – Respondeu, quando a mulher se atirou no braço dele.

Vanessa  viu Edward rodopiar com Bella no ar, e em seguida beija-la sofregamente, com saudade, com paixão. Formavam um lindo casal. Vanessa  voltou pro seu quarto, pra não interromper o momento. Depois, os Herrera almoçaram juntos. Finalmente toda a família estava ali.

Zachary: Ela importunou você? – Perguntou, tranqüilo, erguendo o queixo dela com a ponta do dedo.

Vanessa: Não. Eu sou a dona da casa, mesmo. – Provocou, dando de ombros e sorrindo.

Zachary : Ah, você é? – Perguntou, sorrindo de volta, enquanto abraçava ela pela cintura.

Vanessa : Sim, eu sou. Não sabia? – Perguntou, divertida, enquanto colocava as mãos nos peitos dele.

Zachary : Eu desconfiava. – Retribuiu, antes de beija-la.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Cap 111 - Consequências do amor

Eu amores falei que dessa vez eu voltaria rápido e voltei, ia postar mais cedo porém só chego as 11 da noite e hj estava passando neerja o poder da coragem e não sei se vc viram esse filme mais ele e lindo e tive que ir ver pq sou apaixonada por ele. Espero que vocês gostem dessa fase Love do nosso casal amo vocês 😍😍❤❤❤


Vanessa : Bom dia, meu amor. – Disse, ainda deitada, olhando Zachary , que brincava com Rosalie na poltrona do quarto.

Zachary: Bom dia, ma petit. – Respondeu, sorrindo pra ela.

Vanessa observou o marido brincar com a filha por um momento, se espreguiçou novamente e fez impulso pra levantar. Mas doeu.

Vanessa: Ai! – Gemeu, se deitando novamente.

Zachary: O que houve? – Se levantou, preocupado, sem se aproximar.

Vanessa: Me machuquei, eu ach... – Ela fez impulso pra se sentar de novo – Ai! – Gemeu, se deitando, dessa vez riu.

Zachary: Nessa, o que? – Perguntou, sorrindo, confuso. Vanessa  ficou esticada na cama, rindo, e Rosalie riu de leve.

Vanessa: Zachary. Efron. – Chamou, ameaçadoramente, mas por dentro prendia o riso.

Zachary: Vanessa Anne Efron . – Repetiu no mesmo tom que ela – Que diabo, o que houve?

Vanessa : Você me aleijou! – Acusou, fechando a cara.

Zachary: Eu... o que? – Ele olhou ela, incrédulo.

Vanessa: Me aleijou! Não consigo me sentar! Culpa sua! – Acusou novamente, cruzando os braços.
Zachary se estourou de rir, ao entender o que era. Ele pôs Rosalie na cama, que olhou o pai rir, curiosa e com um sorriso perdido no rosto. Zachary riu, a ponto de que seus olhos se encheram de agua. Vanessa riu também.

Zachary : É... – Ele riu de novo – É sério?

Vanessa: Não, to brincando. – Ela sorriu, ironicamente – É CLARO QUE É SÉRIO! – Zachary  riu mais ainda. Rosalie riu dessa vez.
Zachary: Não consigo... respirar. – Rosalie bateu palminhas, e Vanessa  ergueu a sobrancelha.

Vanessa: Pimenta no olho dos outros é refresco. – Resmungou, se deitando novamente.

Zachary : Não, não fique brava. Só achei engraçado o jeito como você me acusou. – Disse, se sentando atrás dela. Vanessa  continuou quieta. Rosalie observava os pais, atentamente. – Vai ficar zangada comigo? – Perguntou, alisando o braço dela.

Vanessa : Vou. – Respondeu, fazendo biquinho.

Zachary : Vamos calcular isso. Não fui eu que me puxei pra dentro do chuveiro, ontem de tarde. – Disse, prendendo o riso.

Vanessa : É o que? – Ela se virou, ficando de barriga pra cima. – E não fui eu que me acordei de madrugada, dizendo que estava sem sono. Ótima maneira de curar insônia. – Ela ergueu a sobrancelha.

Zachary: Na verdade, eu não conheço nenhum modo melhor. – Ele sorriu pra ela, que fez uma careta.

Vanessa : Zachary ! – Repreendeu, dando um tapa no braço dele.

Zachary : Escute. – Ele disse, segurando a mão dela e rindo – Eu vou cuidar de você, enquanto estiver... – Vanessa  ergueu a sobrancelha – Doente. – Ela assentiu, desconfiada. – Eu amo você, ma petit. – Disse, acariciando o rosto dela.

Vanessa : Eu vejo como. – Resmungou, fazendo bico.

Zachary sorriu e beijou ela de leve, mas apaixonadamente. Os dois estavam assim quando, com um gritinho, Rosalie deu um tapa na coxa coberta da mãe, chamando a atenção dos dois pra ela.

Vanessa : Ei! – Repreendeu a filha, que ria, batendo palmas. Zachary carregou a menina – Sapeca. – Ela mordeu a mão da menina dele leve, que gritou. – Ei. – Chamou, olhando o marido.

Zachary : Oi? – Perguntou, distraído com a filha, que tentava puxar a camisa dele.

Vanessa : Apesar dos pesares, eu te amo também. – Disse, sorrindo de canto. Ele sorriu e selou os lábios com os dela, até que recebeu uma tapa de Rosalie. Os dois riram, e ficaram a paparicar a filha.

Zachary  levou Vanessa  até o banheiro, e a depositou na banheira. Ela tomou um longo banho de imersão. Se sentia feliz, completa, amada. Agora sim tinha o casamento com que tinha sonhado. Ao terminar o banho, estava um pouco melhor da dor. Conseguia andar, mas não era nada agradável.

Zachary : Deveria ter me chamado. – Disse, se levantando rapidamente e pondo Rosalie na cama, quando ela entrou, caminhando lentamente, no quarto.

Vanessa : Sou uma mulher independente. – Impôs, orgulhosa, e ele ergueu a sobrancelha.

Zachary: Ah, você é? – Questionou, prendendo o riso.

Vanessa : Sim, eu sou. – Rebateu, se fazendo de digna – Mas devo admitir que vou precisar de ajuda pra me vestir. – Ela fez uma careta, apontando pra toalha em que se enrolava. Zachary  riu.


Zachary :
Melhorou, miss independência. – Ele se aproximou dela, agarrando-a pela cintura e erguendo-a no ar. Anahí riu e se abraçou a ele. Rosalie riu também, observando os pais. Zachary  vestiu Vanessa . Ela resolveu não sair do quarto. Seria constrangedor explicar porque estava andando tão lentamente, e porque não poderia se sentar. Ela pôs sua roupa de baixo, sem o espartilho, e uma camisola confortável. Não chovia naquele dia, mas havia neblina. Estava bem frio. Zachary desceu na hora do almoço, e disse que Vanessa  estava indisposta. A morena  ficou no quarto com a filha.

Vanessa : Quando seu cabelo for maior, a mamãe vai te fazer uma franjinha. – Disse, sentada na cama, apoiada em diversos travesseiros, com Rosalie em seu colo. A menina observava a mãe pentear seus fios louros, despreocupada. – Franjinha. – Disse, pegando a boneca de Rosalie. A boneca tinha franja. Vanessa  amostrou a franja a Rosalie, em seguida mostrou o cabelo da menina.
Rosalie: Inha? – Resmungou, quase imperceptivelmente. Rosalie era nova demais pra falar, mas parecia entender parte do que lhe diziam. Ninguém entenderia. Mas Vanessa  era mãe, ela entendeu.

Vanessa : É, uma franjinha, meu amor. – Disse, sorrindo, e dando um beijo apertado na filha. Quando ergueu os olhos, viu Zachary  parado na porta, observando a cena com um sorriso de canto no rosto. – Zachary , em nome de Deus, pare com isso! – Pediu, após se recuperar do susto.

Zachary : Trouxe seu almoço, petit. – Anunciou, divertido, se aproximando com a bandeja. Vanessa  pôs Rosalie ao seu lado.

Enquanto Vanessa  comia, Rosalie adormeceu no colo do pai. Zachary estava sentado ao lado de Anahí, segurando a filha carinhosamente. A morena terminou de almoçar, e pôs a bandeja no chão.

Vanessa : Amor? – Chamou, limpando a boca com o guardanapo.

Zachary : Oi? – Respondeu baixo, pra não assustar a filha, enquanto acariciava o cabelo da menina, ninando seu sono.

Vanessa : E ela? – Perguntou, observando-o.

Zachary : Ela quem? – Perguntou, distraído.

Vanessa : Capitu. – Disse, relutante em pronunciar o nome dela.

Vanessa : Fugiu. – Rosnou, erguendo o rosto – Assim que você foi pra casa do seu pai, eu fui atrás dela. Ia mata-la. – Assumiu, e Vanessa  sabia que ele não estava brincando – Mas já havia fugido. Eu não me dei ao trabalho de mandar procurarem.

Vanessa : Ah. – Murmurou, pensativa.

Zachary : Não pense mais nela, ma petit. Ela não vai voltar a nos atrapalhar. Eu prometo. – Prometeu, enlaçando os dedos com os dela. Vanessa  sorriu, e ele beijou as costas da mão dela.

Continua...

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Cap 110 - Família... Amor

Meu amores quanto tempo como eu senti falta de vocês, voltei me desculpem pelo sumiço por tudo. Vou ser mais presente aqui amo vocês e amanhã tem mais!!!❤❤




Edward: Voltou, então. – Disse, sorrindo, ao ver Vanessa  descer de mãos dadas com zachary.

Vanessa: Meu lugar é aqui. – Respondeu, retribuindo o sorriso. Zachary apertou a mão dela carinhosamente. Ela sorriu e deu um cheirinho, de leve, no ombro dele.

Zachary ia atender sua gana de beija-la, quando um gritinho avisou que alguém também sentiu saudade.

Vanessa: Amor da minha vida. – Chamou, estendendo os braços. Rosalie quase pulou do colo de Ashley , pulando pra mãe. Vanessa carregou ela, que riu, se abraçando a mãe. – Eu senti saudade de você. – Avisou, beijando a filha.
Rosalie deu um beijinho sapeca na mãe, e riu. Anahí riu e abraçou a filha. Sua família estava completa, novamente. Então a menina tapou os olhinhos, e abriu eles com rapidez.


Anahí: O que foi, Rose? - Perguntou, sorrindo da filha. A menina tapou os olhos novamente e os abriu, ansiosa. Anahí ia perguntar novamente, quando zachary foi na frente dela, nas costas da menina.

Zachary: Olha ele aqui. – Disse no ouvido da filha. A menina se virou, feliz, e deu um gritinho alegre pro pai, que beijou a bochecha dela, rindo.
O jantar ocorreu normalmente. Ahsley já estava com seus 5 meses de gravidez, e sua barriga estava grande. Edward conversava algo com Suri e Théo, Ashley e Christopher mimavam Diego, e Vanessa e Zachary se namoravam por olhar. Rosalie interrompia os dois com freqüência. Depois, cada um foi pro seu canto.

Vanessa: Rosalie Lílian! – Chamou, quando viu Rosalie por a fronha do travesseiro do pai na boca. A menina estava sentada na cama de Vanessa e Zachary , apoiada nos travesseiros, e tinha um no colo, com a ponta na boca. Rosalie olhou a mãe, curiosa. – Não pode. – Repreendeu, prendendo a vontade de rir. – Rose! – A menina continuou olhando os dois, com o lençol na boca. – Tira isso da boca ou eu vou tirar de você. – Avisou, se aproximando. A menina, entendendo, prendeu o lençol na boca e saiu engatinhando, no que achava ela ser rápido. Zachary ergueu a sobrancelha e riu, acompanhado por Vanessa. Rosalie tropeçou consigo mesma e caiu de boca na cama, arrancando mais risos dos pais.

Vanessa: Não chora, meu amor. – Pediu, vendo o biquinho de choro que a filha estava fazendo. Não adiantou. Rosalie desatou a chorar.

Zachary: Foi você. – Acusou, saindo de perto, prendendo o riso.

Vanessa: Super engraçado. – Ela pegou o travesseiro babado e jogou na direção dele, acertando-o nas costas. Zachary riu – Vem aqui, com a mamãe, vida minha. – Chamou, e Rosalie, ainda chorando, foi com ela.

Zachary viu Vanessa  sentar na cama e pegar Rosalie no colo. A morena ninou a filha por um instante, depois abriu o feixe da camisola, tirando um seio e deu pra menina, que se calou, mamando satisfeita. Ela sorriu e acariciou o cabelo da filha.

Zachary: E então? – Perguntou, se aproximando.

Vanessa: Sono e fome. – Respondeu, acariciando os fios louro-claros da filha.

Zachary: Como você sabia? – Perguntou, confuso, olhando Rosalie que já começava a fechar os olhos.

Vanessa: Se eu contar, você não vai acreditar. – Imitou ele, sorrindo ironicamente. Zachary riu e se inclinou pra ela, beijando-a levemente, observou como sua família era linda e se afastou, voltando pro banheiro.

Os dois namoraram mais um pouquinho, e foram dormir debaixo da chuva forte. Rosalie ressonava em seu berço. Tinha dois, mas nunca dormia em seu quarto, sempre no quarto dos pais. Só que Alfonso dormiu muito pouco. Acordou e ficou olhando Anahí dormir, calma. A felicidade por ela estar ali era tão grande, que chegava a sufocá-lo. Parecia um anjo, com suas feições finas, sua cor pálida, e seus cabelos louros. Ele sorriu, passando a mão no cabelo dela. Mas o que seu rosto tinha de angelical, seu corpo tinha de demoníaco. Ela usava uma camisola de seda preta, e seu lençol estava embolado entre as pernas. A camisola tinha um decote em V, o que deixava ela exposta. O tecido, nas pernas estava grudado, decalcando as coxas firmes que a loura possuía. Seu corpo era farto, e suas curvas eram generosas. Um anjo no corpo de um demônio.
Anahí: Hum... – Ela suspirou, acordando. Alfonso tinha dormido atrás dela, de conchinha. Ela acordou sentindo o hálito quente dele em seu pescoço. – O que houve? – Perguntou, rouca e arrepiada, olhando pra frente no escuro.
Alfonso: Não consigo dormir. – Murmurou enquanto ela se virava pra ele, ainda sonolenta.
Anahí: Gostaria que eu o ajudasse a dormir, Alfonso? – Perguntou, ameaçadora, sorrindo pra ele na escuridão. Ela estremeceu ao ouvir o riso do marido.
Alfonso: Gostaria. – Confirmou, alisando a barriga dela firmemente – Mas não do jeito que você está insinuando. – Respondeu, malicioso, ao silêncio sugestivo dela.
Anahí: Alfonso, não! – Murmurou, quando sentiu ele ir pra cima dela, no escuro. A chuva açoitava tudo lá fora.
Alfonso: O que? – Perguntou, contra a pele dela.
Anahí: Rose vai acordar. – Disse em um murmúrio, já se entregando aos carinhos dela.
Alfonso: Não vai, não. – Respondeu perto do ouvido dela, sentindo a falta de resistência do lado da mesma.
Anahí: Sim, ela vai. – Sussurrou, tentando empurrar ele, e ao mesmo tempo toda arrepiada.
Alfonso: Quer ver? – Anahí fez uma careta no escuro – ROSALIE! – Chamou em voz alta e grossa. Anahí arregalou os olhos. A casa toda devia ter acordado.
Entretanto, a menina continuou dormindo, sem nem se mexer no berço.
Alfonso: Viu? – Perguntou, sorrindo, se voltando pra ela. Uma coisa que sabia sobre Rosalie era que ela só acordava quando seu sono acabava, ou quando sentia que algo sério estava acontecendo.
Anahí: Mas...como? – Perguntou, ainda olhando a filha.
Alfonso: Shiii... – Ele tapou a boca dela com o dedo – Agora você só fica quieta, e geme. – Brincou, rindo baixo. Anahí estapeou ele, também rindo, mas foi pra cima dele, sentando-se em seu colo e beijando-o em seguida.
E assim se amaram pela 4ª vez, no dia. Qualquer um acharia isso absurdo, mas a saudade deles dois fazia disso normal. Anahí acordou com frio no dia seguinte, e se espreguiçou, dengosa. Estava nua, tudo bem, mas tinha vários cobertores por cima dela, tapando-a rigorosamente. O tempo estava mesmo frio.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Sem cabeça

Oi meus amores primeiramente feliz natal e ano novo pra vcs sei que eu tô em falta aqui mas ando tão triste que tô sem cabeça pra nada.
Vamos aos motivos, eu trabalho em uma farmácia como caixa e faltou 200 reais. Eu sei que vcs não me conhecem mas eu não peguei esse dinheiro e está desconfiando de mim, tudo bem que estão me tratando do mesmo jeito de antes mas eu sinto que meu chefe desconfia e isso tá acabando comigo.
Eu juro que eu não peguei tô com a minha consciência tranquila mas isso me afeta um pouco saber que estão pensando que eu roubei sabe, sei que é só uma fase ruim é que Deus vai me ajudar a provar ou que a vdd vai vir a tona de algum jeito. Mas agr tô focada lá pra que dê tudo certo. Pra completar meu celular está ruim e eu fazia tudo por ele. Então por favor me entendam e eu prometo voltar rapidamente só peço um tempo pra voltar a ser eu feliz de novo.

Amo vcs beijos ❤❤❤

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Cap 108 - Com amor... é amor!

Meninas eu sei que sempre digo que vou postar mais não esquecer, mas minha vida tá tão corrida eu só chego 11 hrs da noite e tudo que eu quero é a minha cama. Peço desculpas a vcs sei que tô deixando a desejar me perdoem, não desistam de mim. Amo vcs ❤❤❤



Vanessa suspirou, dividida. Era humilhante pedir. Mas seus seios já ardiam, de tanto que Zachary a atiçava, por nada. Ela prendeu a respiração, e ele observou-a curiosamente. Depois sentiu a mão da mulher, tímida, puxando a sua. Ele sorriu ao ver o que ela fazia.

Zachary: É isso? – Perguntou, perverso, e se apossou do seio dela fortemente, possessivo. Vanessa gemeu, inclinando a cabeça pra trás. Estava difícil pra Zachary, também. Vê-la ali, quase nua, deitada no chão, ter sua mão sob o corpo dela, sentindo ela se contorcer por ele, o colocava no auge de sua excitação. Tanto que sua calça já o incomodava.

Zachary se surpreendeu quando Vanessa o empurrou, instantes depois. Ele caiu deitado no chão ao lado dela, e observou a mulher, sorrindo, vingativa, sentar-se no colo dele, se inclinando sobre o mesmo. Ele sentiu os lábios dela oprimirem o seu, puxando-o pra um beijo desesperado, sedento. Ele não entendeu a intenção dela, até que sentiu a mãozinha dela descer-lhe pela calça.

Zachary: Vanessa. – Avisou, encarando-a sériamente, enquanto ela sorria. Não se devia atiçar um homem desse modo. Muito menos ele.
Vanessa: Você gosta, meu amor? – Repetiu a pergunta, olhando-o gloriosamente, enquanto um fio louro se sobressaia sobre seu rosto. Zachary sentiu ela apertar-lhe o membro firmemente, e gemeu com isso. Onde fora parar a Vanessa inocente, que ele dominava com facilidade?

Zachary: Nessa. – Murmurou, engolindo em seco. Aquela realmente era uma brincadeira perigosa. Perigosa demais pra ela.

Mas Vanessa não se importou com o aviso. Quem avisa, amigo é. E desde quando Zachary era seu amigo? Ela rasgou a camisa dele, que riu. Ela teve mais dificuldade com a camisa fina que ele com o vestido e suas diversas camadas. Ele parou de rir quando ela novamente começou a atiçar sua intimidade. A mão dela era inocente, inexperiente, o que excitava ainda mais ele. Ela desceu a boca pela pele do pescoço do mesmo, instigando-o.

Zachary: Vanessa, não judia. – Murmurou, antes de soltar um gemido agoniado, ao sentir a língua dela tocar sua barriga.

Vanessa: Não gosta, amor? – Perguntou, fazendo biquinho, com uma voz que provocava ainda mais ele.

Zachary observou Vanessa por um instante, transtornado. Demônios, aquela mulher era sua perdição.


Zachary: Maldição. – Murmurou pra si mesmo, terminando de rasgar a roupa dela.

Havia acabado ali o jogo. Vanessa abraçou Zachary com força, e ele se apossou da boca dela agressivamente. Ele deitou ela novamente no chão, livrou-se do resto de roupa que o segurava, se pôs entre as pernas dela e a invadiu violentamente. Vanessa gritou, extasiada com aquilo, e ele gemeu pelo alivio. Juntos, novamente, como eu um só. Vanessa enlaçou as pernas na cintura dele, que segurou a coxa dela possessivamente. Então ele começou a se mover, e todo o sofrimento, toda a saudade que ela tinha passado não era nada. Os movimentos dos dois eram tão fortes, tão intensos, que as vezes as costas de Vanessa se arrastavam de leve pelo chão.

As costas do moreno já estavam possuídas pelas unhas dela, do mesmo jeito que o pescoço e o colo dela já estavam da cor de sangue. Zachary mordia o lábio, pois fazia força, e tinha o rosto enterrado no ombro dela. Vanessa tinha uma mão no cabelo dele, e as vezes puxava, pelas estocadas fortes que recebia. Se houvesse alguém naquela mansão, com certeza ouviria os gemidos, até gritos dos dois. Os minutos se passaram, a chuva caia lá fora. Vanessa, com um ultimo grito, desfaleceu-se, sorrindo, satisfeita. Minutos depois foi a vez dele, que com um grunhido, se satisfez. O silêncio reinou por instantes, enquanto os dois se recuperavam.

Zachary: Eu machuquei você. – Murmurou, ao ver a marca da boca e dos dentes dele no colo dela. Ela estava quieta, ainda anestesiada, acariciando-lhe as costas e os cabelos.

Vanessa: E você deve ter perdido metade do cabelo comigo. – Comentou, sorrindo.

Zachary: Algo me diz que metade das costas, também. – Observou, brincando. Vanessa abaixou o olhar, e viu os vários traços cor de sangue que ela deixara ali.

Vanessa: Me desculpe. – Pediu, envergonhada, tocando as marcas que deixou, como se seus dedos fossem cura-lo.
Zachary: Tola. – Ele deu um beijinho no queixo dela, que sorriu – Eu machuquei você? – Perguntou, sério e preocupado agora. Se excedeu com a força.

Vanessa: Não. Foi bom. – Admitiu, corando, e ele sorriu – Mas se eu não conseguir andar amanhã, a culpa é toda sua. – Zachary riu, e ela sorriu.

Zachary: Nunca foi assim, não é? – Perguntou, acariciando o cabelo dela.

Vanessa: Não tão violento. – Admitiu, e Zachary fez uma careta – Cala a boca. Eu adorei. – Ela mostrou a língua pra ele, enquanto lhe acariciava o cabelo

Zachary: Sério?

Vanessa: Sério. Me lembre de provocar você mais vezes. O resultado é prazeroso. – Sorriu, manhosa.

Zachary: Eu te amo. – Disse, olhando ela.

Vanessa: Eu sei. – Brincou, encarando o marido. Instante depois ele a beijou, levemente. Os lábios de Vanessa estavam doloridos, mas estava valendo. Tinha que dar certo, pelo menos dessa vez.

Zachary: E lá se foi mais um vestido. – Comentou, puxando o tecido preto pra cima dos dois.

Vanessa: Você já deve ter detonado mais de 10. – Fez uma careta.

Zachary: Pense pelo lado positivo, foi melhor que a cama. – Brincou, sorrindo.

Vanessa: Que? – Ela riu dele.
Zachary: A cama teria quebrado. – Constatou, e Vanessa arregalou os olhos – É sério.

Vanessa: Pára. – Tapou a boca dele.

Zachary: Você fica linda quando tem vergonha. – Comentou, acariciando o rosto dela.

Vanessa: Deve ser por isso que você me envergonha tanto. Tsk tsk. – Fez sinal negativo com a cabeça.

Zachary: Você está com frio? – Perguntou, sentindo a pele dela esfriar sob a sua.

Vanessa: Um pouco. – Admitiu – Também, olha a chuva. – Indicou o barulho forte da chuva batendo nas janelas.

Zachary: Vem.

Zachary se soltou dela e a carregou, deixando o resto das roupas dos dois no chão, e levou ela pra cama, colocando-a debaixo do edredom, e deitando-se do seu lado.
Depois, os dois ficaram se encarando, sem dizer nada.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Cap 107 - De volta

               Feliz dia das crianças ❤❤
Espero q gostem desse capítulo comentem e surtem com o nosso casal amo vcs beijos 😘😘😘😍❤




O caminho até a mansão Efron foi silencioso. Vanessa sorriu ao passar pelo portão da propriedade. Lembrava de cada passeio ali. Quando a carruagem parou na frente da porta principal da mansão, ela suspirou e desceu. Lembrou-se da ultima vez em que estivera ali. Da certeza de não voltar mais. Entretanto, ali estava ela. Só que não havia tempo. Precisava ser feito logo, antes que perdesse a coragem. Ela subiu a escadaria, segurando a barra do vestido ao fazê-lo.

Rosa: Senhora. – Cumprimentou, surpresa e contente.

Vanessa: Rosa. – Retribuiu – Minha filha? – Perguntou, sentindo falta dos gritinhos de Rosalie.

Rosa: Saiu juntamente com a senhora Ashley, o senhor Christopher, o senhor Edward, Théo, Suri e o menino Diego. – Respondeu, prontamente. – Creio que foram as compras.

Vanessa: Zachary? – Perguntou, por fim.

Rosa: Acredito que esteja no banho, senhora. – Respondeu, breve – Se quiser, eu a anuncio.

Vanessa: Não. Eu conheço o caminho. Obrigado, Rosa. – A senhora assentiu, e se retirou.

Vanessa ergueu o olhar brevemente pra o segundo andar, e avançou. Logo estava no quarto dos dois. Podia ouvir o barulho da agua, vindo do banheiro. Ela avançou silenciosamente pelo quarto, observando. Tinha tantas lembranças desse lugar. E agora estava ali, parada, com uma decisão daquelas pra anunciar. Ela olhou, curiosa, pra penteadeira. Fora tudo o que ela deixou, coisas que não saíram do lugar, havia um porta retratos. Ela se abaixou levemente, olhando a foto. Era ela, no baile em que Edward lhe levou, em seu aniversário. Zachary cortara o pedaço do jornal. Tirara a parte onde Edward estava, e deixou apenas Vanessa. Ela sorria, radiante. Estava observando isso, quando a voz em sua cabeça tornou-se real.

Zachary: Vanessa? – Perguntou, surpreso, saindo do banheiro. Usava uma camisa branca e uma calça abrigo preta, e secava os cabelos com uma toalha alva. Vanessa se ergueu, encarando o marido.

Vanessa: Eu me lembro que quando eu cheguei aqui, o barulho da chuva me apavorava de noite. – Observou, quando ouviu a chuva começar a bater na janela.

Zachary: É por causa do andar de cima. Sempre foi vazio, faz eco. – Explicou, observando-a.
Coloque a cabeça em meu travesseiro,
Eu sentarei ao seu lado na cama ♫


Vanessa caminhou um pouco, olhando a penteadeira. Não sabia como começar. Estava perdida, haviam lembranças demais.

Vanessa: Você me deu isso quando fizemos 1 mês de casados. – Lembrou, pegando uma corrente que estava solta, perdida na penteadeira. Era uma gargantilha normal, com uma flor de 6 pétalas na ponta. Em cada pétala havia um diamante médio. No meio de todas havia um grande. Da flor caia um fio de prata, com um pingentinho na ponta.

Zachary: Eu... eu lembrei de você, quando vi. Então comprei, e esperei a oportunidade pra te dar. Isso aconteceu 2 meses antes do seu aniversário. Eu ia te assustar se aparecesse do nada com um diamante, e você não havia sido inteligente nem nada, eu não tinha como... – Interrompido
Você não acha que está na hora
De dizermos algumas coisas que não foram ditas? ♫


Vanessa: Eu amo você. – Interrompeu, ao criar coragem.

O coração de Zachary saltou ao ouvir aquilo. Ele tinha a certeza de que ela havia ido ali terminar com ele, e buscar Rosalie, mas ela havia dito que o amava. Não era uma alucinação, ela o amava.

Zachary: Eu também amo você. – Respondeu, com um sorriso de canto.
Nunca é tarde para voltar àquele lugar,
De volta pelo caminho que nós estávamos ♫


Vanessa: Eu não queria perdoar você. – Disse, mordendo o lábio em seguida. Seu coração batia tão rápido que chegava a machucar.

Zachary: Eu sei que não. – Disse, olhando-a.

Vanessa: Mas eu... eu não sei. Eu estou presa a você. – Disse, agoniada – Eu não consegui ir embora. Eu podia vir aqui, eu podia buscar Rosalie e sumir, mas eu não consigo. E eu também errei com você, me envolvi com seu irmão.

Por que você não olha para mim
Até deixarmos de ser estranhos? ♫


Zachary: Você não precisa ir. – Lembrou, observando-a – Eu estou aqui. Eu te amo. Ninguém quer que você vá. Eu não quero. E sobre Edward eu perdoo, assim como quero que você me perdoe e esqueça tudo sobre Capitu.  Eu errei mais Vanessa.

Vanessa: Como se eu fosse conseguir viver longe de você. – Murmurou, com a voz embargada. Me perdoe? De verdade?

Zachary: Você não precisa tentar. Você me perdoou? Estamos perdoados. Vamos recomeçar... mais uma vez.
Às vezes é difícil de me amar,
Às vezes é difícil de te amar também ♫


Vanessa: Ah, me beije, meu amor. – Pediu, sentindo o olhar se inundar. – Me beije antes que eu tenha medo, antes que eu queira fugir. Me beije antes que alguém nos separe de novo.

Zachary jogou a toalha que tinha na mão na poltrona mais próxima. Ele se aproximou da amada calmamente, passando-lhe confiança. Mas Vanessa estava nervosa demais. Não sabia se era a escolha certa. Ela só seguiu o que o coração dela mandou. Ele era, aproximadamente, uma testa mais alto que ela. Quando ele parou na frente dela, pôs uma mão em sua cintura, por cima do espartilho preto. Ele percebeu que a respiração dela estava alterada, devido ao nervosismo.
Eu sei que é difícil de acreditar
Que o amor pode nos salvar ♫


Zachary: Calma. - Murmurou, erguendo o rosto dela levemente com a mão. Vanessa sorriu, engasgada. Era como sempre: ele guiando ela. Ele sorriu, e em seguida a encarou. Ela fechou os olhos ao sentir a respiração dele sob o seu rosto, e em seguida sentiu os lábios dele oprimirem os seus gentilmente. Ela entreabriu os lábios, dando espaço à língua dele. Sentiu a língua do marido, lentamente, invadir sua boca. Quando, por fim, aconteceu, ela teve a certeza de que precisava. Ali era o seu lugar. Enlaçou os braços no pescoço dele, e o beijou com gana. Zachary sorriu, e abraçou ela pela cintura com as duas mãos. Não havia mais calma nos movimentos dos dois. Só saudade, paixão, desejo, amor. O cabelo dela logo se soltou, caindo livremente por suas costas. Pro diabo se ia dar certo ou não, eles tinham um ao outro.

Após minutos de beijos, ou talvez tenham sido várias tardes chuvosas, Zachary desceu os beijos pro pescoço de Vanessa. Ela sorriu, de olhos fechados, acariciando a cintura do marido com a ponta das unhas. Zachary beijava a pele dela com tal intensidade, que além das marcas vermelhas que apareciam rapidamente na pele dela, o rosto da morena balançava levemente a cada movimento dele. O sorriso de Vanessa era satisfeito, enquanto o marido a atiçava. Só que a cama estava muito longe. Longe demais pra mais de um ano de desejo guardado. Vanessa foi se abaixando, e Zachary junto, até que ela se sentou no chão impecavelmente lustrado. Zachary deitou ela com toda a calma no chão, e após se deitar sob ela, voltou a beijá-la. Vanessa arfou durante o beijo, ao sentir a mão dele subindo-lhe pelo interior da coxa, acariciando-lhe firmemente. A mão de Zachary ainda estava fria, pelo banho, mas isso não impedia que a pele dele se incendiasse sob a dele. Ele sorriu ao perceber a reação da esposa.

Zachary: Se importa? – Perguntou, com um sorriso divertido no rosto, olhando sugestivamente pro vestido dela.

Demoraria demais pra desamarrar o vestido. Vanessa sorriu por antecipação, e abriu os braços pro lado. Zachary riu levemente e se ergueu, começando a rasgar o vestido dela.
Ela o observou, com um sorriso de canto no rosto, lembrando-se da sua noite de núpcias. Novamente ela estava no chão, novamente ele lhe rasgava a roupa, novamente ele iria possuí-la, e mais uma vez ela não conseguiria fugir. Mas dessa vez era porque não queria.

Vanessa: Amor, pára! – Pediu, ruborizando, quando ele, após terminar de rasgar-lhe o vestido, que formou um tapete no chão em volta dos dois, pôs-se a observar fixamente o corpo dela, coberto apenas pelo espartilho e pelo mini-short.

Zachary: Tão linda, ma petit. – Murmurou, tocando-lhe a barriga sob o corpete frouxo. Vanessa prendeu a respiração pelo toque e se arrepiou por ser chamada pelo velho apelido. Zachary sentiu o estremecimento dela debaixo de sua mão, e sorriu, maliciosamente – Você gosta, petit? – Perguntou, observando-a, enquanto sua mão forte lhe subia pela barriga dela, debaixo do espartilho.

Vanessa: Unhum. – Murmurou, perdida no que sentia. Queria que ele lhe rasgasse o resto da roupa e lhe possuísse da maneira mais violenta que conseguisse, mas que acabasse com essa tortura.

Zachary: Eu não ouvi, petit. – Perguntou, perverso, enquanto subia a mão da barriga pro vale entre os seios dela. Ele passou o dedo indicado firmemente naquele ponto, fazendo ela ter vertigens. Vanessa gemeu baixinho, agoniada por mais.

Vanessa: Gosto. – Admitiu, sentindo o rosto ruborizar.

Zachary: Então peça para que eu continue. – Disse, parando a mão ali, sorrindo divertido. Vanessa abriu os olhos, encarando-o incredulamente. Mas ele estava falando sério.

Vanessa: Nem sonhe com isso. – Disse, com a sobrancelha erguida.

Zachary: Pede pra mim, petit. – Murmurou, após se deitar por cima dela, perto de seu ouvido. – Diz pra mim o que você quer que eu faça. Eu sou seu. Estou esperando as suas ordens. – Vanessa fechou os olhos, sentindo o hálito quente do marido na pele dela – Pede, petit. – Vanessa negou com a cabeça. Nesse momento ela sentiu os dedos dele começarem a tatear-lhe a pele. – Mande em mim. – Pediu com a voz rouca, antes de morder a orelha dela.

Vanessa: Zachary, pára com isso. – Implorou, torturada. Ele sorriu abertamente ao ver a reação dela.

Zachary: Eu não estou pedindo tanto. Me diga o que você quer, e eu farei.- Instigou, soprando o pescoço dela de leve, vendo-a se arrepiar.