Assim que foi liberado, Zachary se postou ao lado de Vanessa em
seu leito, e de lá não saiu. A morena tinha a aparência fraca, débil. As
horas se passaram, e ela não se movia, apenas respirava. Seus cabelos
estavam soltos, no travesseiro branco. Ela vestia uma camisola
amarela-clara, do hospital. Zachary segurou a mão dela pelas horas a
fio. Parecia não piscar os olhos, enquanto observava a esposa. Pediu pra
levarem uma Rosalie irritada pra casa, não achava bom que ela ficasse
no hospital muito tempo. Os cantos da boca de Vanessa estavam vermelhos, e
seus pulsos tinham grandes curativos. A madrugada e a chuva reinavam lá
fora, quando Vanessa começou a falar.
Vanessa: Era mentira. – Sussurrou, virando o rosto levemente pro rosto pro lado. Zachary encarou ela, atentamente.
Zachary: Calma. – Pediu, acariciando-lhe o cabelo.
Vanessa: Capitu. – Sussurrou novamente, franzindo a sobrancelha.
Zachary: Já acabou. – Acalmou, ainda acariciando-a.
Vanessa: Não adianta, era mentira. – Murmurou, atordoada.
Zachary: O que era mentira, meu amor? – Tentou acalmar, vendo a agitação dela.
Vanessa: Tudo. O filho. A mãe do Zachary. Era mentira. – Ela se balançou de novo, com uma expressão de dor no rosto.
Zachary:
Calma, Nessa. – Ele beijou a testa dela. Vanessa se aquietou por um
instante, e ele a observou, pensativo. Uns minutos depois, a loura abriu
os olhos, e o encarou fixamente.
Vanessa: Não. – Ela recuou, se encolhendo na cama, ao focalizar Zachary em sua frente.
Zachary: Calma. Está tudo bem agora. – Acalmou
ela, segurando-a pelo ombro. A pele dela queimou sob o toque dele. Já
ele tinha vontade de possuí-la ali mesmo.
Vanessa:
Não está bem. Você me encontrou. – Concluiu, se sentando. Sua cabeça
estava um pouco pesada, pelos remédios – Rosalie. Cadê a minha filha?! –
Perguntou, assustada
Zachary: Nessa, calma. Rose está em casa, Ashley está cuidando dela. Ela está bem.
– Vanessa suspirou, relaxando na cama. – Porque fugiu, Vanessa? –
Perguntou, sentando-se nos pés da cama, ainda segurando a mão dela.
Vanessa encarou Zachary, sentindo o coração
pular. Pensou no que Capitu dissera. Ele terminou com ela. Sua vontade
era de pular em seu pescoço, e se entregar a ele de todas as formas
possíveis. Mas ela não o fez.
Zachary: Maldição, você ainda deve
estar confusa. – Constatou, quando ela não respondeu – Vou pedir a
enfermeira pra lhe trazer algo pra cabeça, deve ajudar. – E se levantou,
mas ela segurou sua mão. Zachary olhou primeiro pra as mãos dos dois,
pra as duas alianças se segurando, e depois encarou-a.
Vanessa:
Não estou confusa. – Respondeu, puxando-o de volta. Zachary se sentou
novamente. As mãos dos dois pareciam não querer se soltar, por isso
continuaram juntas.
Vanessa: Zachary, eu preciso te... – Interrompida
Enfermeira: Com licença. – Pediu, entrando no quarto. Zachary se levantou, enquanto a enfermeira examinava a mulher.
Vanessa gemeu ao ter as pernas descobertas. A
cada mordida da cobra, ficara um ponto roxo grande em volta. Doeu quando
a enfermeira verificou o curativo.
Zachary: Cuidaremos disso, também. – Murmurou pra ela, ao perceber a vaidade ferida da esposa. Vanessa sorriu de canto, e suspirou.
Enfermeira:
Logo poderá ir para sua casa, senhora Efron. – Anunciou, sorrindo
bondosamente, e cobrindo Vanessa novamente. Zachary observou a morena, e
viu ela abaixar o olhar pra as mãos, com o pensamento distante.
A Enfermeira deu uma porção de remédios pra Vanessa, que bebeu em silêncio. Em seguida, saiu, deixando marido e mulher
a sós novamente.
Zachary: E então...? – Perguntou, se
sentando ao lado dela na beira da cama. Vanessa queria muito pegar a mão
dele novamente, mas não tinha coragem pra isso. – Se você quiser
descansar mais, podemos conversar depois. Deve estar confusa ainda. –
Acalmou, observando-a.
Vanessa: Não,
não estou. – Mentiu. Sua cabeça estava pesada, e doía fracamente.
Estava tonta, e enjoada. Só que isso não podia ser prorrogado – Eu
preciso que me escute. Antes de qualquer coisa. Eu quero te dizer o que
aconteceu comigo. Eu preciso.
Zachary:
Está tudo bem. – Ele pegou a mão dela, e ela sorriu por dentro com
isso. Pegou a mão do marido e segurou-a com carinho, enquanto tomava
coragem pra falar – Me diga. Quem te fez aquilo? – Perguntou, sério.
Vanessa: Foi ela. Capitu.
Vanessa viu o rosto de Zachary se fechar em uma
mascara furiosa. Capitu era vingativa, ele sabia. Mas não sabia que
chegaria a tanto. Vanessa poderia estar morta.
Zachary: Desgraçada. – Rosnou, se levantando
bruscamente. Mas Vanessa segurou a mão dele com toda a força que pode
reunir. Foi muito pouco, mas ele sentiu que ela não queria que ele
fosse.
Vanessa: Não me deixe só. –
Murmurou, por fim. Ficara sozinha muito tempo. Zachary sentiu o peito se
oprimir de vontade de beija-la, de abraça-la. Tudo bem, mataria Capitu
depois. Ele se sentou ao lado dela novamente, e beijou as costas de sua
mão levemente. – Obrigado. – Respondeu, acanhada, e ele sorriu de canto – Zachary, tem outra coisa. Outra coisa muito séria, eu preciso te dizer.
– Ela suspirou, e começou a falar.
Vanessa contou toda a história a Zachary. Desde o filho,
até a fuga com Escobar. Ela viu o rosto do marido sem expressão,
observando-a. Deus, que Zachary acreditasse nela, pelo menos dessa vez.
Vanessa: Então... foi isso. Eu não
quero que pense que estou dizendo isso porque quero fazer algum tipo de
intriga, ou qualquer outra coisa. Zachary, eu quero o seu bem. –
Admitiu, segurando um “eu te amo” dentro da garganta.
Zachary: É você. – Murmurou, olhando-a atentamente.
Vanessa:
Desculpe? – Perguntou, confusa, enquanto acariciava a mão dele,
satisfazendo sua vontade, e ao mesmo tempo tentando conforta-lo.
Zachary:
Meu bem. É você. – Vanessa engoliu em seco – Não importa o... – Ele
hesitou. Tudo o que sabia de si mesmo era mentira. – Não importa o que
aconteceu. Ela, e tudo o que vem relacionado a ela, é um capitulo
fechado. Um capitulo recheado de mentiras. – Disse, e Vanessa pode sentir o
ódio na voz dele – Mas você é o meu presente, e o meu futuro.
Vanessa: Zachary, por favor. – Pediu, fraca. – Nós já tentamos, diversas vezes. Não deu certo. – Se obrigou a dizer.
Zachary:
Antes de continuarmos. Me diga, minha Nessa. Diga olhando pros meus
olhos. Diga que eu não consegui matar o amor que você sentia por mim. –
Pediu, encarando-a.
Vanessa encarou ele por segundos a fio. Queria
tanto abraça-lo, que seu peito arfava. Ela sentiu os olhos se
umedecerem, enquanto procurava voz pra responder.
Vanessa: Eu não quero mais me machucar,
meu amor. – Assumiu, com a voz embargada. Zachary respirou fundo, e
sorriu de canto, encarando a mulher.
Continua...
Rafa flor q bom q vc gostou, nem me fala a cena da Rose com o Zac e emocionante. Graças a deus todos estao bem hahaha, todo dia tem um cap n se preocupe. beijooos
Gabi flor ele n sabia mas desconfiava ne agr q sabe ta uma fera, vamos ver o q ele vai fazer com ela. beijoos
sábado, 8 de julho de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Cap 101 - " Papai esta aqui " (Maratona 1/5)
Meus amores voltei e como prometido aqui comeca nossa maratona de 5 capitulos eu sei e pouco mas por enquanto vai ser so esses. Espero mto q gostem e comentem bjs amo vcs...
Ah fiquei sabendo q e ou foi niver de uma pesso mto especial aqui a Rafa, flor te desejo tudo de melhor nessa vida amo a sua companhia aqui, amei e to amando te conhecer cada vez mais. Espero q goste desse capitulo dedicado a vc, bjs feliz cumple...
Zachary entrou em desespero quando Vanessa desmaiou novamente. Pense, seu idiota. Um médico. Era disso que ela precisava. Ele carregou o corpo mole da esposa, e saiu como um raio pelo corredor do hotel. Em poucos minutos, entrava no hospital mais caro da cidade (Obviamente, era onde os Efron se tratavam quando adoeciam), levando ela no colo. Uma enfermeira levou Vanessa, e deixou Zachary sozinho.
Edward: E então? – Perguntou, entrando na sala onde Zachary estava, acompanhado por Ashley – Christopher chegou em casa com Rosalie, e disse que Vanessa estava ferida. O que houve?
Zachary: Uma cobra. – Murmurou, lembrando-se do animal. – Eu vou matar quem prendeu ela ali. – Disse pra si mesmo – Vou matar com as minhas mãos.
Ashley: Prendeu? – Perguntou, confusa.
Zachary: Prendeu. Estava amarrada a cabeceira da cama, e amordaçada. Alguém fez isso com ela.
Edward: Mas quem?
XXXX: Senhor Efron? – Chamou, entrando na sala. O médico era novo em Seattle, por isso não conhecia o rosto de Zachary.
Zachary: Aqui. – Respondeu, se erguendo da cadeira – Minha mulher?
Médico: Ficará bem. – Zachary suspirou, sentindo um alivio violento se apossar dele – Está dormindo, agora. Foi muita sorte ela ter sobrevivido. A maioria dos ferimentos está na perna direita, mas eu verifiquei, e está tudo limpo. Eu sedei ela, pra evitar a dor dos procedimentos, por isso ainda está adormecida.
Zachary: Quando ela acorda?
Médico: Daqui à umas... 5 horas, por ai. – Zachary assentiu.
Zachary: Eu posso ver ela?
Médico: Agora, não. As enfermeiras estão cuidando dos outros ferimentos dela, aproveitando seu sono. Ela tem a boca ferida, e os pulsos também, ao que parece forçou eles demais. Mas logo o senhor será liberado para vê-la. – Zachary assentiu, e o médico, após pedir licença, saiu.
Zachary: Obrigado, meu Deus. – Murmurou pra si mesmo. Mas nessa hora, um gritinho animado e inocente inundou a sala. Zachary se virou, com o coração pulando de saudade. Christopher entrava no hospital, trazendo uma Rosalie que só faltava bater no tio, querendo ir pro colo do pai. A menina dava gritinhos, pulava, ria, batia palmas. Zachary sorriu de canto. Sonhou tanto em ver aquele sorriso novamente.
Zachary: Rose. – Murmurou pra si mesmo, enquanto avançava pra filha.
Christopher entregou a menina a Zachary, que se agarrou com força ao pai. Zachary aspirou o cheiro da filha, como se dependesse disso pra viver, enquanto a acolhia em seu peito. A saudade era tanta que fazia ele querer gritar. Ele encheu o rostinho e o pescoço de Rosalie com beijinhos estralados, fazendo ela rir.
Zachary: O que foi? – Perguntou, sorrindo, enquanto a filha ria nos braços dele. Rosalie tapou os olhinhos com as mãos por um momento, e depois destampou-os depressa, fazendo carinha sapeca, e tocou o peito de Zachary. Zachary se derreteu com isso. – É, o papai está aqui, minha sapeca. – Rosalie bateu palminhas, enquanto Zachary beijava ela de novo.
O sorriso de Zachary se fechou ao ver a expressão da filha. Ela varria a sala de espera do hospital, com um olhar ansioso e curioso. Procurava a mãe.
Zachary: A mamãe não está aqui. – Respondeu, acariciando os cabelos da menina, que estavam com um penteado fofinho – Não está, meu amor. – Rosalie fez bico – Não, não chore. Nós vamos ver ela daqui a pouco, sim? – Rosalie continuou com bico – Mas não pode chorar. – Avisou, olhando-a.
Era incrível. A cor dos olhos de Rosalie era minuciosamente idêntica ao seus. Era como se olhar num espelho pequeno e moreno. Rosalie abraçou o pai de novo, e ele ninou ela. Passara tanto tempo imaginando o momento que poderia nina-la de novo, que agora que podia faze-lo, era surreal.
Rafa flor como assim presente de niver? pq vc n me avisou q faria um capitulo pra vc. Bom n foi grande mas foi de coracao espero q vc goste e mais uma vez feliz niver.
Gabi flor s zac chegou aleluia, capitulo tem e vai sofrer as consequencias ta bjs...
Ah fiquei sabendo q e ou foi niver de uma pesso mto especial aqui a Rafa, flor te desejo tudo de melhor nessa vida amo a sua companhia aqui, amei e to amando te conhecer cada vez mais. Espero q goste desse capitulo dedicado a vc, bjs feliz cumple...
Zachary entrou em desespero quando Vanessa desmaiou novamente. Pense, seu idiota. Um médico. Era disso que ela precisava. Ele carregou o corpo mole da esposa, e saiu como um raio pelo corredor do hotel. Em poucos minutos, entrava no hospital mais caro da cidade (Obviamente, era onde os Efron se tratavam quando adoeciam), levando ela no colo. Uma enfermeira levou Vanessa, e deixou Zachary sozinho.
Edward: E então? – Perguntou, entrando na sala onde Zachary estava, acompanhado por Ashley – Christopher chegou em casa com Rosalie, e disse que Vanessa estava ferida. O que houve?
Zachary: Uma cobra. – Murmurou, lembrando-se do animal. – Eu vou matar quem prendeu ela ali. – Disse pra si mesmo – Vou matar com as minhas mãos.
Ashley: Prendeu? – Perguntou, confusa.
Zachary: Prendeu. Estava amarrada a cabeceira da cama, e amordaçada. Alguém fez isso com ela.
Edward: Mas quem?
XXXX: Senhor Efron? – Chamou, entrando na sala. O médico era novo em Seattle, por isso não conhecia o rosto de Zachary.
Zachary: Aqui. – Respondeu, se erguendo da cadeira – Minha mulher?
Médico: Ficará bem. – Zachary suspirou, sentindo um alivio violento se apossar dele – Está dormindo, agora. Foi muita sorte ela ter sobrevivido. A maioria dos ferimentos está na perna direita, mas eu verifiquei, e está tudo limpo. Eu sedei ela, pra evitar a dor dos procedimentos, por isso ainda está adormecida.
Zachary: Quando ela acorda?
Médico: Daqui à umas... 5 horas, por ai. – Zachary assentiu.
Zachary: Eu posso ver ela?
Médico: Agora, não. As enfermeiras estão cuidando dos outros ferimentos dela, aproveitando seu sono. Ela tem a boca ferida, e os pulsos também, ao que parece forçou eles demais. Mas logo o senhor será liberado para vê-la. – Zachary assentiu, e o médico, após pedir licença, saiu.
Zachary: Obrigado, meu Deus. – Murmurou pra si mesmo. Mas nessa hora, um gritinho animado e inocente inundou a sala. Zachary se virou, com o coração pulando de saudade. Christopher entrava no hospital, trazendo uma Rosalie que só faltava bater no tio, querendo ir pro colo do pai. A menina dava gritinhos, pulava, ria, batia palmas. Zachary sorriu de canto. Sonhou tanto em ver aquele sorriso novamente.
Zachary: Rose. – Murmurou pra si mesmo, enquanto avançava pra filha.
Christopher entregou a menina a Zachary, que se agarrou com força ao pai. Zachary aspirou o cheiro da filha, como se dependesse disso pra viver, enquanto a acolhia em seu peito. A saudade era tanta que fazia ele querer gritar. Ele encheu o rostinho e o pescoço de Rosalie com beijinhos estralados, fazendo ela rir.
Zachary: O que foi? – Perguntou, sorrindo, enquanto a filha ria nos braços dele. Rosalie tapou os olhinhos com as mãos por um momento, e depois destampou-os depressa, fazendo carinha sapeca, e tocou o peito de Zachary. Zachary se derreteu com isso. – É, o papai está aqui, minha sapeca. – Rosalie bateu palminhas, enquanto Zachary beijava ela de novo.
O sorriso de Zachary se fechou ao ver a expressão da filha. Ela varria a sala de espera do hospital, com um olhar ansioso e curioso. Procurava a mãe.
Zachary: A mamãe não está aqui. – Respondeu, acariciando os cabelos da menina, que estavam com um penteado fofinho – Não está, meu amor. – Rosalie fez bico – Não, não chore. Nós vamos ver ela daqui a pouco, sim? – Rosalie continuou com bico – Mas não pode chorar. – Avisou, olhando-a.
Era incrível. A cor dos olhos de Rosalie era minuciosamente idêntica ao seus. Era como se olhar num espelho pequeno e moreno. Rosalie abraçou o pai de novo, e ele ninou ela. Passara tanto tempo imaginando o momento que poderia nina-la de novo, que agora que podia faze-lo, era surreal.
Rafa flor como assim presente de niver? pq vc n me avisou q faria um capitulo pra vc. Bom n foi grande mas foi de coracao espero q vc goste e mais uma vez feliz niver.
Gabi flor s zac chegou aleluia, capitulo tem e vai sofrer as consequencias ta bjs...
domingo, 18 de junho de 2017
Cap 100 - É o final?
Meus amores esse e o 100 capitulo e estou mto feliz de poder chefar ate aqui com vcs, tive tanto medo de começar uma fic e n ter nenhum leitor e vcs me acompanham todo dia aqui essa historia, agradeço a todas vcs por cada comentario e por lerem. Guilia to com sdds flor aparece, vim comunicar q vou fazer uma mini maratona em comemoracao ao 100 cap da fic. Antes de tudo, n vou comecar agr n vou me organizar primeiro e ai volto avisando o dia certinho ok.
Espero q gostem do capitulo e me contem tudo, amo vcs
Xoxo.
Capitu pegou a caixa, e se aproximou da cama. Em seguida despejou seu conteúdo nela. Uma cobra, vermelha e preta. Furiosa pelas cutucadas que recebeu.
Vanessa: NÃO! – Gritou, se encolhendo ainda mais.
Capitu: Medo, Vanessa? – Ela riu – Sinto muito. – Fingiu-se de triste, e se afastou, indo em direção ao berço de Rosalie.
Escobar: Capitu! – Chamou, batendo na porta. A morena abriu. Vanessa olhava a cobra, apavorada, enquanto o animal avançava pra ela. – Eles estão ai embaixo!
Capitu: Quem?
Escobar: Zachary e Christopher! Vamos logo!
Capitu: Mas a menina...
Escobar: Maldição, deixe a menina! – Rosnou. Capitu encarou Rosalie uma ultima vez, e saiu, batendo a porta. A menina olhava a mãe, confusa. Vanessa observou a cobra se aproximar dela, nauseada. Era o seu fim.
Christopher: Pelo amor de Deus, nós estamos esperando há mais de 20 minutos. – Se queixou, encostado no balcão da recepção
Zachary: Eu não vou deixar ela fugir, não de novo. – Ele olhou uma lista que estava atrás do balcão, e saiu, rumando o quarto de Vanessa.
Um dos homens contratados por Zachary seguiram Corbin, e encontraram Vanessa. Zachary não hesitou em ir até lá, e Christopher insistiu em ir também. Os dois subiram as escadas como em um vôo.
Zachary: Vanessa, abre essa porta! Eu sei que você está ai! – Chamou, após minutos batendo na porta. Nessa hora Rosalie começou a chorar – Vamos, Nessa.
Nessa hora ouviram um gemido sufocado, fraco de Vanessa. “ Zachary...” ela chamou. O moreno se desesperou. Ela não estava bem.
Christopher: Sai. – Pediu, rápido, e deu um pontapé com tudo na porta, que abriu com força.
A cena foi nauseante. Vanessa estava amarrada, amordaçada na cama, com a perna ferida em vários pontos, e a cobra em cima da cama. Enquanto Zachary observava, o animal feriu Vanessa com mais uma mordida. Zachary foi ajudar a esposa rapidamente. Puxou a cobra com tudo, e a jogou no chão sem medo algum. Christopher esmagou a cabeça do animal com uma pisada.
Zachary: Tire Rosalie daqui. – Ordenou, e Christopher assentiu, tirando a criança rapidamente de lá. – Nessa. – Murmurou, desamordaçando ela.
Vanessa não respondeu. Ele fez o óbvio. Abaixou-se á perna de Vanessa, e começou a sugar os ferimentos. O único gosto ali era do veneno. Nem um vestígio do sangue da loura. O rosto de Zachary estava contorcido na mais completa dor. Meu Deus, não. Ele ia, de ferimento em ferimento, sugando até conseguir sentir o gosto doce do sangue, depois cuspia fora. Ele checou a perna dela, até todos os ferimentos estarem limpos. Quando a Vanessa, estava afogada na mais completa escuridão. Tentava caminhar, mas suas pernas eram pesadas. Tentava gritar, mas não havia voz. Sem contar a queimação absurda que sentia por todo o corpo. Até que, de longe, uma voz foi lhe chamando.
Zachary: Nessa, acorde. – Ele segurou o rosto da morena, olhando-a. Estava fria, mole. O único sinal de que estava viva era sua respiração. – Acorde. – Pediu de novo. – Que diabo, eu te amo. – Murmurou, desesperado.
Vanessa: Za... Zachary. – Ela conseguiu murmurar, perdida na escuridão.
Zachary: Você está viva. Ah, Deus. – Ele deu vários beijos no rosto dela.
Vanessa: Era tudo mentira... – Murmurou, ainda de olhos fechados.
Zachary: Não importa, eu amo você. – Disse, com os olhos cheios d’agua, erguendo o rosto dela. A morena tinha os olhos entreabertos, fraca.
Vanessa: Eu estou morrendo. – Constatou em um sussurro, quando não tinha mais forças pra falar. Então a escuridão a engoliu novamente. Era mesmo o final?
Rafa flor nossa nem um suspense eu consigo fazer com vc, vc sacou tudo aff kkkkk. Bom o Zac achou a Nessa mas sera q n e tarde demais? desculpe andar ausente mais meu trabalho me ocupa mto fico de 3 da tarde ate as 11 da noite. Mas prometo recompensar vcs so preciso organizar um horario concreto pra postar bjs.
Gabi flor, vc e mto esperta n da nem pra fazer vc sofrer um pco de ansiedade kkkk. Tive q parar o cap ai pra dar um suspense matar vcs um pco do coracao mas n consegui ne kkkk Zac chegou e precisa salvar a nessa antes q seja tarde demais bjs.
Espero q gostem do capitulo e me contem tudo, amo vcs
Xoxo.
Capitu pegou a caixa, e se aproximou da cama. Em seguida despejou seu conteúdo nela. Uma cobra, vermelha e preta. Furiosa pelas cutucadas que recebeu.
Vanessa: NÃO! – Gritou, se encolhendo ainda mais.
Capitu: Medo, Vanessa? – Ela riu – Sinto muito. – Fingiu-se de triste, e se afastou, indo em direção ao berço de Rosalie.
Escobar: Capitu! – Chamou, batendo na porta. A morena abriu. Vanessa olhava a cobra, apavorada, enquanto o animal avançava pra ela. – Eles estão ai embaixo!
Capitu: Quem?
Escobar: Zachary e Christopher! Vamos logo!
Capitu: Mas a menina...
Escobar: Maldição, deixe a menina! – Rosnou. Capitu encarou Rosalie uma ultima vez, e saiu, batendo a porta. A menina olhava a mãe, confusa. Vanessa observou a cobra se aproximar dela, nauseada. Era o seu fim.
Christopher: Pelo amor de Deus, nós estamos esperando há mais de 20 minutos. – Se queixou, encostado no balcão da recepção
Zachary: Eu não vou deixar ela fugir, não de novo. – Ele olhou uma lista que estava atrás do balcão, e saiu, rumando o quarto de Vanessa.
Um dos homens contratados por Zachary seguiram Corbin, e encontraram Vanessa. Zachary não hesitou em ir até lá, e Christopher insistiu em ir também. Os dois subiram as escadas como em um vôo.
Zachary: Vanessa, abre essa porta! Eu sei que você está ai! – Chamou, após minutos batendo na porta. Nessa hora Rosalie começou a chorar – Vamos, Nessa.
Nessa hora ouviram um gemido sufocado, fraco de Vanessa. “ Zachary...” ela chamou. O moreno se desesperou. Ela não estava bem.
Christopher: Sai. – Pediu, rápido, e deu um pontapé com tudo na porta, que abriu com força.
A cena foi nauseante. Vanessa estava amarrada, amordaçada na cama, com a perna ferida em vários pontos, e a cobra em cima da cama. Enquanto Zachary observava, o animal feriu Vanessa com mais uma mordida. Zachary foi ajudar a esposa rapidamente. Puxou a cobra com tudo, e a jogou no chão sem medo algum. Christopher esmagou a cabeça do animal com uma pisada.
Zachary: Tire Rosalie daqui. – Ordenou, e Christopher assentiu, tirando a criança rapidamente de lá. – Nessa. – Murmurou, desamordaçando ela.
Vanessa não respondeu. Ele fez o óbvio. Abaixou-se á perna de Vanessa, e começou a sugar os ferimentos. O único gosto ali era do veneno. Nem um vestígio do sangue da loura. O rosto de Zachary estava contorcido na mais completa dor. Meu Deus, não. Ele ia, de ferimento em ferimento, sugando até conseguir sentir o gosto doce do sangue, depois cuspia fora. Ele checou a perna dela, até todos os ferimentos estarem limpos. Quando a Vanessa, estava afogada na mais completa escuridão. Tentava caminhar, mas suas pernas eram pesadas. Tentava gritar, mas não havia voz. Sem contar a queimação absurda que sentia por todo o corpo. Até que, de longe, uma voz foi lhe chamando.
Zachary: Nessa, acorde. – Ele segurou o rosto da morena, olhando-a. Estava fria, mole. O único sinal de que estava viva era sua respiração. – Acorde. – Pediu de novo. – Que diabo, eu te amo. – Murmurou, desesperado.
Vanessa: Za... Zachary. – Ela conseguiu murmurar, perdida na escuridão.
Zachary: Você está viva. Ah, Deus. – Ele deu vários beijos no rosto dela.
Vanessa: Era tudo mentira... – Murmurou, ainda de olhos fechados.
Zachary: Não importa, eu amo você. – Disse, com os olhos cheios d’agua, erguendo o rosto dela. A morena tinha os olhos entreabertos, fraca.
Vanessa: Eu estou morrendo. – Constatou em um sussurro, quando não tinha mais forças pra falar. Então a escuridão a engoliu novamente. Era mesmo o final?
Rafa flor nossa nem um suspense eu consigo fazer com vc, vc sacou tudo aff kkkkk. Bom o Zac achou a Nessa mas sera q n e tarde demais? desculpe andar ausente mais meu trabalho me ocupa mto fico de 3 da tarde ate as 11 da noite. Mas prometo recompensar vcs so preciso organizar um horario concreto pra postar bjs.
Gabi flor, vc e mto esperta n da nem pra fazer vc sofrer um pco de ansiedade kkkk. Tive q parar o cap ai pra dar um suspense matar vcs um pco do coracao mas n consegui ne kkkk Zac chegou e precisa salvar a nessa antes q seja tarde demais bjs.
domingo, 11 de junho de 2017
Cap 099 - Revelações
Capitu: Finalmente acordou. – Comentou – Já estava criando esperanças de que você já tivesse morrido, me pouparia trabalho.
Vanessa: Rose. – Disse engasgada, havia um pano a amordaçando. Ela olhou pro lado, e a menina a olhava do berço, apreensiva. Vanessa suspirou de alivio. Sua cabeça doía absurdamente. – Como você me achou? – Perguntou, por fim.
Capitu: Escobar está instalado aqui. Esse hotel é famoso por ser ótimo pra guardar quem não deve ser visto. – Explicou - Engraçado. Você caiu do mesmo jeito que o Zachary caiu. – Comentou. Vanessa percebeu que a tampa da caixa estava aberta, e que Capitu tinha um pedaço de madeira na mão, e estava atiçando algo dentro da caixa.
Vanessa: Eu não sei do que está falando. – Acusou, tendo dificuldade pra falar, pelo pano. Seus braços estavam amarrados na cabeceira da cama.
Capitu: Há anos atrás, Vanessa, Zachary ia fugir comigo. Eu ia ter uma vida de rainha. Tudo bem, eu teria que agüentar ele e sua paixão insuportável, mas ainda assim, teria tudo o que o dinheiro pudesse comprar. – Ela se recordou.
Vanessa: Você é louca. – Murmurou, olhando a morena cutucar o conteúdo da caixa.
Capitu: Espero que entenda, Zachary era um adolescente insuportável. Mimado. Prepotente. Era bom de cama, eu devo admitir. – Ela pensou um pouco, e Vanessa rosnou – Ele estava fixado na idéia de casar-se com você. Você era linda, e ele era fútil. E então ele me conheceu. E eu fiz ele se apaixonar por mim.
Vanessa: Mas você era uma prostituta, e eu era uma dama. Você engravidou dele, e tentaram fugir. Ai você morreu, e voltou pra me tirar a paz. – Revirou os olhos – Essa é a história mais velha do mundo. Você queria o que não podia ter. – Capitu riu
Capitu: Eu estive grávida diversas vezes, dos mais diversos homens. Mas de Zachary, nunca. – Vanessa franziu a sobrancelha – Meu ultimo aborto me esterilizou, e isso foi antes dele. Mas eu podia roubar uma criança, seria a coisa mais fácil. E eu seria uma rainha. Com as mãos em toda a fortuna Efron.
Vanessa: Tem noção do quanto ele sofreu por você? – Rosnou, com os olhos se enchendo de agua.
Capitu: E eu estou pouco me importando. – Fez uma careta – Vanessa, Zachary nunca me importou. Mas o dinheiro dele sim. Era uma mina de diamantes na minha mão. Então, fugiríamos. Ele estava levando uma verdadeira fortuna consigo naquela tarde. Então, a maravilhosa Luisa apareceu. – Capitu narrava a história como se fosse de um livro, não sua realidade – E pra você vê como os ricos são, ela foi salvar o filho CARREGADA de jóias. As jóias mais lindas e mais caras que eu já vi. – Comentou, cutucando o conteúdo da caixa – E eu a matei. – Ela sorriu, lembrando-se do feito – Bati na nuca de Zachary do mesmo jeito que bati na sua, e ele caiu na mesma posição. Vocês são um casal fantástico. – Ela riu, debochada – Escobar tirou os cavalos, ah, os cavalos. Os cavalos também valiam uma fortuna, eram 5, todos de raça. Voltando, Escobar tirou os cavalos, e derrubou a carruagem do penhasco. Rasguei um pedaço do meu vestido, e deixei pendurado nas pedras. Ficamos observando. Você precisava ver. Foi uma cena de Ópera, quando Edward e Christopher chegaram. Encontraram a madrasta morta, e Zachary desmaiado.
Vanessa: Você é um monstro. – Murmurou, horrorizada.
Capitu: Ah, Christopher. Foi muito útil, até certo ponto. Levava cartas minhas à Zachary, e vice-versa. Mas depois se negou. Inútil. – Ela fez negação com a cabeça – Mas ele já pagou pelo que fez. Menos do que merecia, mas pagou. Diego era uma criança encantadora. – Ela riu.
Vanessa: Foi você. – Constatou, incrédula.
Capitu: Sim, fui eu. – Ela riu, divertida – Voltando ao assunto. Fui com Escobar a Madri. Passamos lá anos inesquecíveis. Entretanto, o dinheiro acaba. E então, eu voltei. Mas olha o que eu encontro no meu lugar. Você. – Acusou, agora séria. – E como Christopher, você vai pagar. Só que muito mais caro. – Ela cutucou o conteúdo da caixa com mais força.
Vanessa: Deixe a minha filha em paz. – Rosnou alto, se debatendo contra a cama, tentando se soltar.
Capitu: Não, a pirralha não é meu foco principal. É você. Sempre foi você.
Vanessa: Eu já fugi. Ele está livre. – Argumentou
Capitu: Tarde demais, Vanessa. Ele me levou à Londres. Aquela cidade é magnífica. – Ela sorriu, se lembrando – Mas o motivo não era. Ele me levou até lá pra terminar comigo. Porque? PORQUE ELE AMA VOCÊ! – Gritou, irritada. Vanessa ouviu isso com um choque. “Ele disse que você entendeu tudo errado.”, dissera Corbin. – Ele disse que te amava. – Ridicularizou – Que queria voltar pra você. Que queria acompanhar a doce Rosalie crescer. Tolo. – Rosnou – E você. Você roubou a minha vida, durante todo esse tempo. Eu era pra ser a senhora Efron. Eu era pra ser a oficial. Mas não fui. POR CAUSA DE QUEM? DE VOCÊ!
Vanessa: EU NÃO TIVE CULPA! NÃO PEDI PRA ME CASAR COM ELE! – Gritou de volta.
Capitu: SUA COBRA! – Gritou, colérica – Você sempre estragou tudo, Vanessa Anne. Sempre. Quando eu pensei que as coisas iam se encaixar, sabe o que aconteceu? VOCÊ ENGRAVIDOU! – Gritou, furiosa. – Coisa que eu nunca ia poder fazer. Você engravidou. Mas não importa, não importa. – Ela se aproximou de Vanessa, que se encolheu. Capitu pegou o vestido preto, na altura da coxa, e começou a rasga-lo, deixando as pernas de Vanessa nuas. Em seguida tirou a bota da loura, jogando-a longe. – Vou deixar você com a sua irmã, Vanessa. – Vanessa franziu a sobrancelha, confusa – Não, não é Ashley.
Rafa flor acho q fui mazinha aqui tbm né, mas é q tenho q deixar um suspense pra vcs me desculpe. Capitu e uma vagaba né, espero q o Zac corra logo então pq a nessa tá em perigo, bjs 😘😘❤
Gabi quantas perguntas flor mas ainda sem respostas. Quem sabe no próximo capítulo eu mato sua curiosidade bjs 😘😘❤
Vanessa: Rose. – Disse engasgada, havia um pano a amordaçando. Ela olhou pro lado, e a menina a olhava do berço, apreensiva. Vanessa suspirou de alivio. Sua cabeça doía absurdamente. – Como você me achou? – Perguntou, por fim.
Capitu: Escobar está instalado aqui. Esse hotel é famoso por ser ótimo pra guardar quem não deve ser visto. – Explicou - Engraçado. Você caiu do mesmo jeito que o Zachary caiu. – Comentou. Vanessa percebeu que a tampa da caixa estava aberta, e que Capitu tinha um pedaço de madeira na mão, e estava atiçando algo dentro da caixa.
Vanessa: Eu não sei do que está falando. – Acusou, tendo dificuldade pra falar, pelo pano. Seus braços estavam amarrados na cabeceira da cama.
Capitu: Há anos atrás, Vanessa, Zachary ia fugir comigo. Eu ia ter uma vida de rainha. Tudo bem, eu teria que agüentar ele e sua paixão insuportável, mas ainda assim, teria tudo o que o dinheiro pudesse comprar. – Ela se recordou.
Vanessa: Você é louca. – Murmurou, olhando a morena cutucar o conteúdo da caixa.
Capitu: Espero que entenda, Zachary era um adolescente insuportável. Mimado. Prepotente. Era bom de cama, eu devo admitir. – Ela pensou um pouco, e Vanessa rosnou – Ele estava fixado na idéia de casar-se com você. Você era linda, e ele era fútil. E então ele me conheceu. E eu fiz ele se apaixonar por mim.
Vanessa: Mas você era uma prostituta, e eu era uma dama. Você engravidou dele, e tentaram fugir. Ai você morreu, e voltou pra me tirar a paz. – Revirou os olhos – Essa é a história mais velha do mundo. Você queria o que não podia ter. – Capitu riu
Capitu: Eu estive grávida diversas vezes, dos mais diversos homens. Mas de Zachary, nunca. – Vanessa franziu a sobrancelha – Meu ultimo aborto me esterilizou, e isso foi antes dele. Mas eu podia roubar uma criança, seria a coisa mais fácil. E eu seria uma rainha. Com as mãos em toda a fortuna Efron.
Vanessa: Tem noção do quanto ele sofreu por você? – Rosnou, com os olhos se enchendo de agua.
Capitu: E eu estou pouco me importando. – Fez uma careta – Vanessa, Zachary nunca me importou. Mas o dinheiro dele sim. Era uma mina de diamantes na minha mão. Então, fugiríamos. Ele estava levando uma verdadeira fortuna consigo naquela tarde. Então, a maravilhosa Luisa apareceu. – Capitu narrava a história como se fosse de um livro, não sua realidade – E pra você vê como os ricos são, ela foi salvar o filho CARREGADA de jóias. As jóias mais lindas e mais caras que eu já vi. – Comentou, cutucando o conteúdo da caixa – E eu a matei. – Ela sorriu, lembrando-se do feito – Bati na nuca de Zachary do mesmo jeito que bati na sua, e ele caiu na mesma posição. Vocês são um casal fantástico. – Ela riu, debochada – Escobar tirou os cavalos, ah, os cavalos. Os cavalos também valiam uma fortuna, eram 5, todos de raça. Voltando, Escobar tirou os cavalos, e derrubou a carruagem do penhasco. Rasguei um pedaço do meu vestido, e deixei pendurado nas pedras. Ficamos observando. Você precisava ver. Foi uma cena de Ópera, quando Edward e Christopher chegaram. Encontraram a madrasta morta, e Zachary desmaiado.
Vanessa: Você é um monstro. – Murmurou, horrorizada.
Capitu: Ah, Christopher. Foi muito útil, até certo ponto. Levava cartas minhas à Zachary, e vice-versa. Mas depois se negou. Inútil. – Ela fez negação com a cabeça – Mas ele já pagou pelo que fez. Menos do que merecia, mas pagou. Diego era uma criança encantadora. – Ela riu.
Vanessa: Foi você. – Constatou, incrédula.
Capitu: Sim, fui eu. – Ela riu, divertida – Voltando ao assunto. Fui com Escobar a Madri. Passamos lá anos inesquecíveis. Entretanto, o dinheiro acaba. E então, eu voltei. Mas olha o que eu encontro no meu lugar. Você. – Acusou, agora séria. – E como Christopher, você vai pagar. Só que muito mais caro. – Ela cutucou o conteúdo da caixa com mais força.
Vanessa: Deixe a minha filha em paz. – Rosnou alto, se debatendo contra a cama, tentando se soltar.
Capitu: Não, a pirralha não é meu foco principal. É você. Sempre foi você.
Vanessa: Eu já fugi. Ele está livre. – Argumentou
Capitu: Tarde demais, Vanessa. Ele me levou à Londres. Aquela cidade é magnífica. – Ela sorriu, se lembrando – Mas o motivo não era. Ele me levou até lá pra terminar comigo. Porque? PORQUE ELE AMA VOCÊ! – Gritou, irritada. Vanessa ouviu isso com um choque. “Ele disse que você entendeu tudo errado.”, dissera Corbin. – Ele disse que te amava. – Ridicularizou – Que queria voltar pra você. Que queria acompanhar a doce Rosalie crescer. Tolo. – Rosnou – E você. Você roubou a minha vida, durante todo esse tempo. Eu era pra ser a senhora Efron. Eu era pra ser a oficial. Mas não fui. POR CAUSA DE QUEM? DE VOCÊ!
Vanessa: EU NÃO TIVE CULPA! NÃO PEDI PRA ME CASAR COM ELE! – Gritou de volta.
Capitu: SUA COBRA! – Gritou, colérica – Você sempre estragou tudo, Vanessa Anne. Sempre. Quando eu pensei que as coisas iam se encaixar, sabe o que aconteceu? VOCÊ ENGRAVIDOU! – Gritou, furiosa. – Coisa que eu nunca ia poder fazer. Você engravidou. Mas não importa, não importa. – Ela se aproximou de Vanessa, que se encolheu. Capitu pegou o vestido preto, na altura da coxa, e começou a rasga-lo, deixando as pernas de Vanessa nuas. Em seguida tirou a bota da loura, jogando-a longe. – Vou deixar você com a sua irmã, Vanessa. – Vanessa franziu a sobrancelha, confusa – Não, não é Ashley.
Rafa flor acho q fui mazinha aqui tbm né, mas é q tenho q deixar um suspense pra vcs me desculpe. Capitu e uma vagaba né, espero q o Zac corra logo então pq a nessa tá em perigo, bjs 😘😘❤
Gabi quantas perguntas flor mas ainda sem respostas. Quem sabe no próximo capítulo eu mato sua curiosidade bjs 😘😘❤
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Cap 098 - Reencontro: Vanessa e Capitu
Escobar: Como assim, ele terminou com você? – Perguntou, incrédulo e irritado, enquanto avançava pelo saguão do hotel.
Capitu: Terminou. Com todas as letras. Ia voltar pra mulher.
Escobar: Ela fugiu antes que ele voltasse. – Capitu ergueu uma sobrancelha, surpresa – Ele está destruindo Seattle por ela. E você, porque não voltou antes?
Capitu: Por Deus, Escobar. Eu estava em Londres. – Revirou os olhos.
Escobar: E agora, o que vai fazer?
XXXX: Serviço de quarto pro quarto da srta. Hudgens, um café da manhã básico. – Disse ao atendente, que levou o pedido pra cozinha. Mas foi o suficiente. Os ouvidos de Capitu eram aguçados. Vanessa estava ali.
A noite caiu, calma e serena. O dia seguinte amanheceu igual. Vanessa estava entrando em depressão. Rosalie já não sorria. Zachary estava vegetando.
Escobar: O que você vai fazer? – Perguntou, andando com ela no corredor. Ele já se informara sobre o andar e o numero do quarto de Vanessa.
Capitu: Resolver nosso problema. – Respondeu, levando uma caixa consigo. – A morte matou o amor dele por mim, então matará por ela também. – Disse, tranqüila e sorridente, enquanto parava na porta do quarto.
Vanessa tinha acabado de dar banho em Rosalie. A menina estava com um vestidinho de renda branca, perfumadinha. Agora Vanessa penteava os cabelos morenos e finos da filha. Foi quando bateram na porta.
Vanessa: Quem é? – Perguntou, estranhando.
Escobar: Serviço de quarto. – Disse, sorrindo. Vanessa não conhecia sua voz.
Vanessa: Estranho, eu não pedi o café ainda. - Murmurou pra si mesma – Já vou!
Vanessa colocou Rosalie em seu berço. Enquanto isso, Escobar saiu do corredor. A morena abriu a porta tranquilamente. Sua tranqüilidade fugiu ao ver dois olhos verdes, dissimulados, olhando-a.
Capitu: Olá, Vanessa. – Disse, sorrindo de canto.
Vanessa: O que você quer? – Perguntou, sem paciência. A ruína de seu casamento estava ali, parada na sua frente.
Capitu: Posso entrar? – Perguntou, sínica.
Vanessa: Hum... – Fingiu-se de pensativa – Por suposto que não. – Sorriu, e ia fechar a porta.
Vanessa foi fechar a porta, mas Capitu pôs o pé antes. A morena se desequilibrou no gesso, e o tempo que lhe foi gasto pra se equilibrar, foi suficiente pra morena entrar.
Vanessa: O que você quer? – Repetiu, agora raivosa.
Capitu: Vim conversar. – Sorriu, pondo a caixa de papelão que trazia em cima de uma cadeira.
Vanessa: Não tenho nada pra falar com você. Saia daqui. – Continuou com a porta aberta.
Capitu: Vamos, você não está sendo educada. – Repreendeu, como uma mãe que repreende o filho.
Vanessa partiu pra Capitu, visando puxa-la pra fora. Mas a morena foi mais rápida, e fechou a mesma. Vanessa foi pra abrir a porta, e Capitu lhe chutou a perna, batendo em algo duro. O chute dela bateu no gesso, e machucou a perna de Vanessa, que cambaleou pro lado, se abaixando, com uma careta de dor, pra segurar a perna.
Capitu: Ora, vejam só. Está com a perna quebrada. – Disse, com um sorriso fascinado no rosto. Nesse momento Rosalie gritou, irritada, em seu berço. – Vejamos. A doce, meiga e angelical Rosalie. – Ela deu um passo em direção ao berço, e seu olhar era ódio puro. Rosalie manteve o olhar da morena. Mas então, Vanessa estava no caminho.
Vanessa: Se aproxime dela novamente, e eu mando você de volta pro inferno com as minhas mãos. – Rosnou, furiosa.
Vanessa se virou rapidamente, pra carregar Rosalie. Sabia, por Zachary, que Capitu odiava a menina. Mas então sentiu uma dor horrível, sufocante, na nuca, e desfaleceu no chão.
Vanessa não sabe, ao certo, quanto tempo passou desmaiada. Só soube que quando sua mente começou a clarear, um flash passou por ela. Rosalie.
Ela se lançou pra frente, mas algo a prendeu pelos braços.
Capitu: Terminou. Com todas as letras. Ia voltar pra mulher.
Escobar: Ela fugiu antes que ele voltasse. – Capitu ergueu uma sobrancelha, surpresa – Ele está destruindo Seattle por ela. E você, porque não voltou antes?
Capitu: Por Deus, Escobar. Eu estava em Londres. – Revirou os olhos.
Escobar: E agora, o que vai fazer?
XXXX: Serviço de quarto pro quarto da srta. Hudgens, um café da manhã básico. – Disse ao atendente, que levou o pedido pra cozinha. Mas foi o suficiente. Os ouvidos de Capitu eram aguçados. Vanessa estava ali.
A noite caiu, calma e serena. O dia seguinte amanheceu igual. Vanessa estava entrando em depressão. Rosalie já não sorria. Zachary estava vegetando.
Escobar: O que você vai fazer? – Perguntou, andando com ela no corredor. Ele já se informara sobre o andar e o numero do quarto de Vanessa.
Capitu: Resolver nosso problema. – Respondeu, levando uma caixa consigo. – A morte matou o amor dele por mim, então matará por ela também. – Disse, tranqüila e sorridente, enquanto parava na porta do quarto.
Vanessa tinha acabado de dar banho em Rosalie. A menina estava com um vestidinho de renda branca, perfumadinha. Agora Vanessa penteava os cabelos morenos e finos da filha. Foi quando bateram na porta.
Vanessa: Quem é? – Perguntou, estranhando.
Escobar: Serviço de quarto. – Disse, sorrindo. Vanessa não conhecia sua voz.
Vanessa: Estranho, eu não pedi o café ainda. - Murmurou pra si mesma – Já vou!
Vanessa colocou Rosalie em seu berço. Enquanto isso, Escobar saiu do corredor. A morena abriu a porta tranquilamente. Sua tranqüilidade fugiu ao ver dois olhos verdes, dissimulados, olhando-a.
Capitu: Olá, Vanessa. – Disse, sorrindo de canto.
Vanessa: O que você quer? – Perguntou, sem paciência. A ruína de seu casamento estava ali, parada na sua frente.
Capitu: Posso entrar? – Perguntou, sínica.
Vanessa: Hum... – Fingiu-se de pensativa – Por suposto que não. – Sorriu, e ia fechar a porta.
Vanessa foi fechar a porta, mas Capitu pôs o pé antes. A morena se desequilibrou no gesso, e o tempo que lhe foi gasto pra se equilibrar, foi suficiente pra morena entrar.
Vanessa: O que você quer? – Repetiu, agora raivosa.
Capitu: Vim conversar. – Sorriu, pondo a caixa de papelão que trazia em cima de uma cadeira.
Vanessa: Não tenho nada pra falar com você. Saia daqui. – Continuou com a porta aberta.
Capitu: Vamos, você não está sendo educada. – Repreendeu, como uma mãe que repreende o filho.
Vanessa partiu pra Capitu, visando puxa-la pra fora. Mas a morena foi mais rápida, e fechou a mesma. Vanessa foi pra abrir a porta, e Capitu lhe chutou a perna, batendo em algo duro. O chute dela bateu no gesso, e machucou a perna de Vanessa, que cambaleou pro lado, se abaixando, com uma careta de dor, pra segurar a perna.
Capitu: Ora, vejam só. Está com a perna quebrada. – Disse, com um sorriso fascinado no rosto. Nesse momento Rosalie gritou, irritada, em seu berço. – Vejamos. A doce, meiga e angelical Rosalie. – Ela deu um passo em direção ao berço, e seu olhar era ódio puro. Rosalie manteve o olhar da morena. Mas então, Vanessa estava no caminho.
Vanessa: Se aproxime dela novamente, e eu mando você de volta pro inferno com as minhas mãos. – Rosnou, furiosa.
Vanessa se virou rapidamente, pra carregar Rosalie. Sabia, por Zachary, que Capitu odiava a menina. Mas então sentiu uma dor horrível, sufocante, na nuca, e desfaleceu no chão.
Vanessa não sabe, ao certo, quanto tempo passou desmaiada. Só soube que quando sua mente começou a clarear, um flash passou por ela. Rosalie.
Ela se lançou pra frente, mas algo a prendeu pelos braços.
Rafa flor n fique angustiada tudo vai se resolver, vc n lembra dessa mulher q chora? Vc n deve tá ligando os fatos pense mais um pco bjs 😘😘❤
Gabi flor o Zac tem q achar a Nessa e logo né a capiranha descobriu onde ela tá e pode fazer mal a ela e rose. Q por falar nela coitada sofre com a ausência do pai. Q tudo se resolva logo, bjs 😘😘❤
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Cap 097 - A busca – Parte II
Zachary dormia abraçado ao
travesseiro da filha, todas as noites. Edward, já tendo perdido a fé,
começava a planejar grupos de procura, pros estados mais próximos de
Seattle. Ele acharia Vanessa, pro irmão. Nunca se deu bem com Zachary, mas
não lhe fazia bem vê-lo ser torturado, pela saudade da filha, da
mulher. Só que algo no peito de Zachary lhe dizia que Vanessa estava
perto.
Zachary: Tem que haver algum lugar, um ponto em que não tenhamos procurado. – Insistiu com os irmãos, num dia à tarde, no escritório dos Efron.
Christopher: Onde, por exemplo? Zachary, nós viramos Seattle de cabeça pra baixo. Ela não está aqui. – Disse, sério.
Zachary: Está! – Insistiu, batendo com a mão na mesa – Christopher, você pode não acreditar, mas eu sinto Rosalie. Ela está por perto. Eu sei que está. A busca foi falha.
Edward: Nós avisamos até a policia. Tem gente nossa nas fronteiras de Belltown, Madrona, Beacon Hill, Green Lakes. Até em Port Madison tem gente procurando. Se ela estiver lá, vão encontrar. – Tranqüilizou.
Zachary: Ela está aqui. – Insistiu. Era como se a presença de Vanessa fosse notável, como se ele pudesse farejar seu perfume – Eu vou... eu vou sair um pouco. Preciso espairecer. – Christopher e Edward assentiram.
Zachary caminhou até longe. Em sua cabeça, estavam Vanessa e Rosalie, sentadas na neve, fazendo o boneco de neve. Estiveram tão próximas, e agora poderiam estar em qualquer lugar. Vanessa estava calma, até que o telegrama chegou. Zachary pensou nisso enquanto andava sem rumo. Existia uma possibilidade de ela ter partido. E se o telegrama fosse o irmão, avisando que vinha busca-la?
Mas, por outro lado, quem se atreveria a levar os dois? Entretanto, com a ajuda dele, a fuga seria muito mais fácil. Zachary estava considerando isso, quando viu um rosto não tão familiar caminhar à uns 50 metros dele. Usava um terno preto, tinha cabelos louros.
Zachary: Corbin. – Murmurou pra si mesmo. Era o primeiro rastro de Vanessa que tinha. Ela ainda está aqui, se motivou enquanto se apressava a alcançar o louro.
Zachary: Corbin! – Chamou, ao chegar numa proximidade considerável.
Corbin se virou, respondendo intuitivamente ao seu nome. Zachary não lembrava muito se duas expressões, mas eram parecidas com as de Vanessa. O cabelo era do mesmo moreno. Corbin se manteu calmo ao ver quem lhe chamara.
Corbin: Zachary. – Respondeu, sereno, parando de andar.
Zachary: Em nome de Deus, onde ela está? – Perguntou, deixando o desespero transparecer em sua voz.
Corbin: Ela quem? – Perguntou, calmo.
O pingo de esperança de Zachary desmoronou. Era óbvio. Se Corbin estivesse realmente com Vanessa, não lhe diria.
Zachary: Por favor. – Implorou, e por um minuto Corbin sentiu pena dele.
Corbin: Eu não sei do que você está falando.
Zachary: Vanessa. Onde está?
Corbin: Por suposto que deveria estar com você. – Alfinetou.
Zachary: Fui um idiota. Ela entendeu tudo errado. Eu não... – Ele hesitou – Não foi minha intenção magoá-la. Eu a amo. – Disse, inutilmente.
Corbin: É tarde. – Respondeu, se afastando
Zachary: Não! – Ele o segurou – Pelo menos, me diga. Rosalie. – Pronunciar o nome da filha o machucava – A minha Rose. Ela está bem? Estava resfriada antes de... – Ele não terminou a frase.
Corbin: Fique tranqüilo. Ela vai ficar bem. – Encerrou, e com um ultimo olhar, se afastou.
Edward: Espera ai. – Se levantou, quando Zachary lhe contou o que acontecera.
Christopher: Se ele sabe da Rosalie, ele está com a Vanessa. – Concluiu
Edward: E se ele está com a Vanessa, ela ainda está aqui.
Achar Corbin foi fácil como suspirar. Christopher colocou homens de guarda na frente da mansão Hudgens. Qualquer movimento do moreno seria seguido.
Vanessa: Ele encontrou você?! – Perguntou, alarmada.
Corbin: Na rua. Estava voltando pra casa, e me bati com ele.
Vanessa: E então?
Corbin: Me perguntou de você. Pediu pra que voltasse pra casa. Perguntou de Rosalie. Está abatido, desesperado, Nessa.
Vanessa: Ele provocou isso. – Disse, amarga.
Corbin: Ele disse que você entendeu tudo errado, e que não era intenção dele magoar você. – Vanessa riu.
Vanessa: De boas intenções o inferno está cheio. – Terminou o assunto, indo verificar a filha, que ressonava calmamente.
Corbin: Sabe que não vou poder vir muito aqui, agora que estão atrás de mim. – Comentou, observando a irmã.
Vanessa: Eu sei. – Ela suspirou – Vou tentar dormir um pouco. Eu não sou a única pessoa que chora por aqui. – Ela sorriu, triste.
Corbin: Não entendi. – Ele fez uma cara confusa.
Vanessa: Tem uma mulher, no andar de cima. Chora a madrugada inteira. Não tenho conseguido dormir direito. Não é nada escandaloso, eu só ouço os soluços, mas mesmo assim, me dá agonia. Acho que alguém bate nela, ou prende, não sei. – Deu os ombros, pensativa.
Vanessa só não sabia que a mulher que soluçava no andar de cima, chorava por ter lhe feito bem e por sofrer as consequências disso. Chorava por ter lhe devolvido o sobrinho.
Rafa flor s mto sofrimento e s a Rose tá sofrendo mto longe do pai bjs 😘😘❤
Gabi flor espero tbm q a nessa n consiga sair dá cidade, a rose tadinha tá inconsolavel 😢 bjs 😘😘❤
Zachary: Tem que haver algum lugar, um ponto em que não tenhamos procurado. – Insistiu com os irmãos, num dia à tarde, no escritório dos Efron.
Christopher: Onde, por exemplo? Zachary, nós viramos Seattle de cabeça pra baixo. Ela não está aqui. – Disse, sério.
Zachary: Está! – Insistiu, batendo com a mão na mesa – Christopher, você pode não acreditar, mas eu sinto Rosalie. Ela está por perto. Eu sei que está. A busca foi falha.
Edward: Nós avisamos até a policia. Tem gente nossa nas fronteiras de Belltown, Madrona, Beacon Hill, Green Lakes. Até em Port Madison tem gente procurando. Se ela estiver lá, vão encontrar. – Tranqüilizou.
Zachary: Ela está aqui. – Insistiu. Era como se a presença de Vanessa fosse notável, como se ele pudesse farejar seu perfume – Eu vou... eu vou sair um pouco. Preciso espairecer. – Christopher e Edward assentiram.
Zachary caminhou até longe. Em sua cabeça, estavam Vanessa e Rosalie, sentadas na neve, fazendo o boneco de neve. Estiveram tão próximas, e agora poderiam estar em qualquer lugar. Vanessa estava calma, até que o telegrama chegou. Zachary pensou nisso enquanto andava sem rumo. Existia uma possibilidade de ela ter partido. E se o telegrama fosse o irmão, avisando que vinha busca-la?
Mas, por outro lado, quem se atreveria a levar os dois? Entretanto, com a ajuda dele, a fuga seria muito mais fácil. Zachary estava considerando isso, quando viu um rosto não tão familiar caminhar à uns 50 metros dele. Usava um terno preto, tinha cabelos louros.
Zachary: Corbin. – Murmurou pra si mesmo. Era o primeiro rastro de Vanessa que tinha. Ela ainda está aqui, se motivou enquanto se apressava a alcançar o louro.
Zachary: Corbin! – Chamou, ao chegar numa proximidade considerável.
Corbin se virou, respondendo intuitivamente ao seu nome. Zachary não lembrava muito se duas expressões, mas eram parecidas com as de Vanessa. O cabelo era do mesmo moreno. Corbin se manteu calmo ao ver quem lhe chamara.
Corbin: Zachary. – Respondeu, sereno, parando de andar.
Zachary: Em nome de Deus, onde ela está? – Perguntou, deixando o desespero transparecer em sua voz.
Corbin: Ela quem? – Perguntou, calmo.
O pingo de esperança de Zachary desmoronou. Era óbvio. Se Corbin estivesse realmente com Vanessa, não lhe diria.
Zachary: Por favor. – Implorou, e por um minuto Corbin sentiu pena dele.
Corbin: Eu não sei do que você está falando.
Zachary: Vanessa. Onde está?
Corbin: Por suposto que deveria estar com você. – Alfinetou.
Zachary: Fui um idiota. Ela entendeu tudo errado. Eu não... – Ele hesitou – Não foi minha intenção magoá-la. Eu a amo. – Disse, inutilmente.
Corbin: É tarde. – Respondeu, se afastando
Zachary: Não! – Ele o segurou – Pelo menos, me diga. Rosalie. – Pronunciar o nome da filha o machucava – A minha Rose. Ela está bem? Estava resfriada antes de... – Ele não terminou a frase.
Corbin: Fique tranqüilo. Ela vai ficar bem. – Encerrou, e com um ultimo olhar, se afastou.
Edward: Espera ai. – Se levantou, quando Zachary lhe contou o que acontecera.
Christopher: Se ele sabe da Rosalie, ele está com a Vanessa. – Concluiu
Edward: E se ele está com a Vanessa, ela ainda está aqui.
Achar Corbin foi fácil como suspirar. Christopher colocou homens de guarda na frente da mansão Hudgens. Qualquer movimento do moreno seria seguido.
Vanessa: Ele encontrou você?! – Perguntou, alarmada.
Corbin: Na rua. Estava voltando pra casa, e me bati com ele.
Vanessa: E então?
Corbin: Me perguntou de você. Pediu pra que voltasse pra casa. Perguntou de Rosalie. Está abatido, desesperado, Nessa.
Vanessa: Ele provocou isso. – Disse, amarga.
Corbin: Ele disse que você entendeu tudo errado, e que não era intenção dele magoar você. – Vanessa riu.
Vanessa: De boas intenções o inferno está cheio. – Terminou o assunto, indo verificar a filha, que ressonava calmamente.
Corbin: Sabe que não vou poder vir muito aqui, agora que estão atrás de mim. – Comentou, observando a irmã.
Vanessa: Eu sei. – Ela suspirou – Vou tentar dormir um pouco. Eu não sou a única pessoa que chora por aqui. – Ela sorriu, triste.
Corbin: Não entendi. – Ele fez uma cara confusa.
Vanessa: Tem uma mulher, no andar de cima. Chora a madrugada inteira. Não tenho conseguido dormir direito. Não é nada escandaloso, eu só ouço os soluços, mas mesmo assim, me dá agonia. Acho que alguém bate nela, ou prende, não sei. – Deu os ombros, pensativa.
Vanessa só não sabia que a mulher que soluçava no andar de cima, chorava por ter lhe feito bem e por sofrer as consequências disso. Chorava por ter lhe devolvido o sobrinho.
Rafa flor s mto sofrimento e s a Rose tá sofrendo mto longe do pai bjs 😘😘❤
Gabi flor espero tbm q a nessa n consiga sair dá cidade, a rose tadinha tá inconsolavel 😢 bjs 😘😘❤
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Cap 096 - A busca
Ele beijou meus lábios
Eu provei da sua boca
Ele me colocou para dentro
Eu fiquei com nojo de mim mesma ♫
Zachary: Christopher! – Chamou, limpando o rosto, e indo atrás do irmão.
Edward: O que houve? – Perguntou, ao se bater com Zachary.
Zachary: Vanessa fugiu. Foi embora. Me ajude? – Pediu, derrotado.
Pela primeira vez, Edward e Zachary foram irmãos. Irmãos unidos por um objetivo. Vanessa.
Théo: Ela ainda está na cidade. – Observou, calmo, observando os primos. Christopher lia a carta de Vanessa, e Zachary conversava com Edward.
Zachary: O que?
Théo: Vanessa. Ela ainda está na cidade.
Edward: Como você sabe?
Théo: Não sei. Mas eu sei.
E ela estava. Corbin não conseguiu tira-la da cidade. Ninguém ia ajudar Vanessa Efron a fugir. Não conhecendo a fúria impiedosa de Zachary. Ele deixou ela em um hotel isolado, longe, onde ninguém poderia acha-la. Um amigo de Corbin, que era capitão de um cruzeiro, estava perto de Seattle, e concordou em ajuda-lo. Mas pra isso, Vanessa precisaria esperar um mês, por ai. Rosalie pegara um resfriado leve, nada demais. Vanessa sentia falta do marido como do ar.
Porque quando eu estou com ele
Eu estou pensando em você
Pensando em você ♫
Vanessa: O que há, Rose? – Perguntou, atordoada, com a angustia da filha. Rosalie pegou a boneca com a qual Zachary sempre brincara com ela, e mostrou a mãe – Não, Rose. – A menina insistiu – Não pode. – A menina observou a mãe, e depois ergueu o bracinho, apontando pra pulseira que Zachary lhe dera. – Ele não está aqui, meu amor. – Ela viu os olhinhos da filha se encherem de água. – Não chore. Eu sinto falta dele, também. – Admitiu, carregando a filha.
Zachary mandou revistarem toda a cidade. Nem rastro de Vanessa, ou Rosalie. Ele não tinha comido direito nos últimos dias, nem falava. Chorava as noites, por saudade da morena. Vanessa não estava muito diferente.
Corbin: Ele está revirando Seattle de cabeça pra baixo, procurando por você. – Avisou, sentado na cama, enquanto Vanessa olhava algo na mala.
Vanessa: Alguma chance de ele me encontrar aqui? – Perguntou, virando-se pra encarar o irmão.
Corbin: Muito pouco provável. Quase ninguém vem a este lugar. Entretanto, todo mundo sabe do que Zachary é capaz.
Rosalie, que estava sentada no berço olhando sua bonequinha, ergueu o rosto e deu um gritinho animado ao ouvir o nome do pai. Vanessa suspirou.
Vanessa: Não, Rose. – Rosalie ficou murchinha de novo.
Corbin: Tem certeza disso, Nessa? – Perguntou, observando-a.
Vanessa: É o único jeito.
Corbin: Talvez haja outro, menos doloroso. Pensa que eu não vejo seu sofrimento? Seu olhar vermelho de tanto chorar, toda vez que eu chego? Pensa que eu não sei que passa os dias aqui, chorando com saudade dele? Talvez o adeus não seja o melhor. – Observou.
Vanessa: Não é um adeus. – Negou, dobrando um vestidinho de Rosalie – É só algo necessário. É pra felicidade dele. – Disse, amarga – Quem ama não diz adeus.
Corbin: Eu amava Monique, e eu lhe disse adeus. – Disse, pensativo.
Vanessa: É diferente.
Corbin: É tecnicamente igual. A única diferença é que você tem escolha, e eu não tive. Ela se foi de mim, de uma vez pra sempre.
Vanessa: Não creio que seja de uma vez pra sempre. O verdadeiro amor sempre volta. – Ela sorriu de canto, pondo o vestidinho na mala.
Corbin: O seu amor voltou?
Vanessa: Corbin, por favor. – Implorou, cansada. Falar de Zachary não lhe fazia bem.
Corbin: Tudo bem. Mas pense bem, enquanto pode. Olhar pra trás e não poder fazer nada pra mudar é horrível. – Avisou, antes de dar um beijo na testa de Rosalie e sair.
Os dias passaram, e Zachary não encontrou Vanessa em lugar nenhum. Revirou cada canto da cidade, levantou cada grão de poeira de Seattle, mas ela não estava lá. A fé dele estava começando a fraquejar. Talvez ela já tivesse saído da cidade. Talvez já estivesse fora do pais. Ele sentia falta da filha. O riso de Rosalie lampejava em sua cabeça como um flash, e ele sentia sua falta.
Vanessa: Rose, não. – Pediu, atormentada, em uma madrugada chuvosa. Rosalie estava sentada na cama, ao lado dela, e puxava a pulseira que o pai lhe deu, mostrando-a a Vanessa – Rose, a gente não vai ver mais o papai. – A menina fez careta de choro – Não chore, meu amor. – Mas Rosalie já havia caído no choro, e se abraçou a bonequinha com a qual Zachary brincava com ela.
Você diz que estamos destinados a falhar
Bem, eu fico entediado facilmente
Tudo bem? ♫
Em um lugar, longe dali, alguém também tinha dificuldade pra dormir.
Zachary: O que... Nessa? – Ele apertou os olhos, olhando pra escuridão. Vanessa estava lá, sentada nos pés da cama. Ele acendeu a luz rapidamente, e voltou a olha-la. Ela estava lá. Sua pele era acinzentada, e seu olhar eram duas pedras de gelo. Ela vestia um vestido negro, que entrava em contraste com a pele quase sem cor, e seu cabelo estava preso, como sempre. – Você... você voltou. – Ele sorriu de lado, sem piscar os olhos, olhando a mulher – Onde está Rosalie? Ah, Nessa, eu senti tanto sua falta. – Ele avançou pra ela, mas nessa hora ela se levantou, e recuou – Nessa?
Vanessa: É tarde. – Disse, e não havia vida em sua voz. Na verdade, a voz dela era apenas um murmúrio, misturado aos raios que caiam lá fora.
Risque meu nome da sua lista
Faça deste o nosso último beijo
Eu vou embora. ♫
Zachary: Não, não é. – Ele disse, com a voz embargada pela alegria. Ela estava ali. – Nós podemos recomeçar. Tentar, lembra? – Ele sorriu, avançando pela cama até ela. Mas ela recuou mais – Eu deixei ela. Eu voltei pra você.
Vanessa: Tarde. – Repetiu, olhando-o fixamente.
Zachary: Não é tarde, meu amor. Ainda há muito tempo. – Ele se ajoelhou na beira da cama, e ergueu a mão – Venha.
Vanessa: Adeus... eu te amo. – Sussurrou, fraca. Zachary cerrou os olhos, mas ela havia sumido.
Por que não conversamos sobre isso?
Eu estou bem aqui, não precisa gritar ♫
Zachary: Não vá. – Implorou, sentando-se na cama. Alucinações, agora. Ele passou a mão nos cabelos, atordoado, enquanto sentia os olhos queimarem. Estava cansado de chorar. Não queria mais sofrer. Queria ela de volta. Ela estivera ali, e se fora. É tarde.
Zachary: Vanessa. – Chamou, e ela abriu os olhos de súbito.
Vanessa: Zachary? – Perguntou, rouca, se sentando.
Com o tempo a gente esquece
Vamos fingir que nunca nos conhecemos ♫
Zachary: Porque fugiu, ma petit? – Perguntou, se aproximando da cama. Ela se encolheu.
Vanessa: Foi melhor assim. – Explicou, se cobrindo. Ela usava sua camisola normal, seda preta, longa até o tornozelo.
Zachary: Não. – Ele segurou a mão dela, impedindo-a de se tapar.
Vanessa: Por favor. – Implorou, perdendo as forças.
Por que a gente não termina de uma vez?
Não há mais nada a ser dito ♫
Zachary: Volte pra casa. – Vanessa negou com o rosto – Vanessa, pegue a nossa filha, e volte pra mim.
Vanessa: Não. Como me achou?
Zachary: Não importa. – Disse, com a mesma arrogância que teve desde o inicio. Vanessa sorriu por dentro. – Volte pra mim, petit.
Vanessa: Eu não posso. – Negou, sentindo o olhar se inundar.
Zachary: Porque não? – Ele olhou ela, pacientemente.
Estou de olhos fechados
Rezando pra que eles não espiem ♫
Vanessa: Não quero mais me machucar. – Admitiu, abaixando os olhos.
Zachary: Diga que me ama. – Pediu, erguendo o rosto dela com a mão.
Vanessa: Eu amo você. – Atendeu, olhando-o.
Nós não sentimos mais atração pelo outro
E hoje em dia é isso que importa
Eu quero que você desapareça ♫
Zachary balançou a cabeça negativamente, e a encarou com aqueles olhos azuis pelos quais ela se perdeu tantas vezes. Ele a encarou por segundos, e ela avançou pra beija-lo. Mas quando seus lábios se tocaram, era só ela. Vanessa abriu os olhos. Estava sentada no meio da cama, sozinha. Rosalie dormia, calma, ao seu lado, com o rostinho molhado pelas lágrimas que derramara antes de adormecer. “Está enlouquecendo, Vanessa.”, se condenou, enquanto cobria a filha. A noite estava fria. Mas nenhum frio era pior que a solidão.
Rafa flor s o cap foi mto triste e esse tbm, bom ele tá movendo céus e terra pra achar ela vamos ver se consegue bjs 😘😘❤
Gabi flor pois é ela n sabia q o Zac ia mudar 😢 s o Zac agr vai atrás dela n vai deixar q nd tire ela dele, bjs 😘😘❤
Zanessa flor q bom q vc voltou amor, super te entendo meu tempo tbm anda corrido aí demoro um pco pra postar, mas sempre posto kkk. Pois é graças a Deus o Zac abriu os olhos e percebeu quem ele ama de vdd, Rose veio pra mudar o Zac fazer dele melhor e mds a relação deles como vc já viu e de derreter qualquer um 😍😍. Capitu tem q sumir né vamos ver o q vai acontecer bjs 😘😘❤
Eu provei da sua boca
Ele me colocou para dentro
Eu fiquei com nojo de mim mesma ♫
Zachary: Christopher! – Chamou, limpando o rosto, e indo atrás do irmão.
Edward: O que houve? – Perguntou, ao se bater com Zachary.
Zachary: Vanessa fugiu. Foi embora. Me ajude? – Pediu, derrotado.
Pela primeira vez, Edward e Zachary foram irmãos. Irmãos unidos por um objetivo. Vanessa.
Théo: Ela ainda está na cidade. – Observou, calmo, observando os primos. Christopher lia a carta de Vanessa, e Zachary conversava com Edward.
Zachary: O que?
Théo: Vanessa. Ela ainda está na cidade.
Edward: Como você sabe?
Théo: Não sei. Mas eu sei.
E ela estava. Corbin não conseguiu tira-la da cidade. Ninguém ia ajudar Vanessa Efron a fugir. Não conhecendo a fúria impiedosa de Zachary. Ele deixou ela em um hotel isolado, longe, onde ninguém poderia acha-la. Um amigo de Corbin, que era capitão de um cruzeiro, estava perto de Seattle, e concordou em ajuda-lo. Mas pra isso, Vanessa precisaria esperar um mês, por ai. Rosalie pegara um resfriado leve, nada demais. Vanessa sentia falta do marido como do ar.
Porque quando eu estou com ele
Eu estou pensando em você
Pensando em você ♫
Vanessa: O que há, Rose? – Perguntou, atordoada, com a angustia da filha. Rosalie pegou a boneca com a qual Zachary sempre brincara com ela, e mostrou a mãe – Não, Rose. – A menina insistiu – Não pode. – A menina observou a mãe, e depois ergueu o bracinho, apontando pra pulseira que Zachary lhe dera. – Ele não está aqui, meu amor. – Ela viu os olhinhos da filha se encherem de água. – Não chore. Eu sinto falta dele, também. – Admitiu, carregando a filha.
Zachary mandou revistarem toda a cidade. Nem rastro de Vanessa, ou Rosalie. Ele não tinha comido direito nos últimos dias, nem falava. Chorava as noites, por saudade da morena. Vanessa não estava muito diferente.
Corbin: Ele está revirando Seattle de cabeça pra baixo, procurando por você. – Avisou, sentado na cama, enquanto Vanessa olhava algo na mala.
Vanessa: Alguma chance de ele me encontrar aqui? – Perguntou, virando-se pra encarar o irmão.
Corbin: Muito pouco provável. Quase ninguém vem a este lugar. Entretanto, todo mundo sabe do que Zachary é capaz.
Rosalie, que estava sentada no berço olhando sua bonequinha, ergueu o rosto e deu um gritinho animado ao ouvir o nome do pai. Vanessa suspirou.
Vanessa: Não, Rose. – Rosalie ficou murchinha de novo.
Corbin: Tem certeza disso, Nessa? – Perguntou, observando-a.
Vanessa: É o único jeito.
Corbin: Talvez haja outro, menos doloroso. Pensa que eu não vejo seu sofrimento? Seu olhar vermelho de tanto chorar, toda vez que eu chego? Pensa que eu não sei que passa os dias aqui, chorando com saudade dele? Talvez o adeus não seja o melhor. – Observou.
Vanessa: Não é um adeus. – Negou, dobrando um vestidinho de Rosalie – É só algo necessário. É pra felicidade dele. – Disse, amarga – Quem ama não diz adeus.
Corbin: Eu amava Monique, e eu lhe disse adeus. – Disse, pensativo.
Vanessa: É diferente.
Corbin: É tecnicamente igual. A única diferença é que você tem escolha, e eu não tive. Ela se foi de mim, de uma vez pra sempre.
Vanessa: Não creio que seja de uma vez pra sempre. O verdadeiro amor sempre volta. – Ela sorriu de canto, pondo o vestidinho na mala.
Corbin: O seu amor voltou?
Vanessa: Corbin, por favor. – Implorou, cansada. Falar de Zachary não lhe fazia bem.
Corbin: Tudo bem. Mas pense bem, enquanto pode. Olhar pra trás e não poder fazer nada pra mudar é horrível. – Avisou, antes de dar um beijo na testa de Rosalie e sair.
Os dias passaram, e Zachary não encontrou Vanessa em lugar nenhum. Revirou cada canto da cidade, levantou cada grão de poeira de Seattle, mas ela não estava lá. A fé dele estava começando a fraquejar. Talvez ela já tivesse saído da cidade. Talvez já estivesse fora do pais. Ele sentia falta da filha. O riso de Rosalie lampejava em sua cabeça como um flash, e ele sentia sua falta.
Vanessa: Rose, não. – Pediu, atormentada, em uma madrugada chuvosa. Rosalie estava sentada na cama, ao lado dela, e puxava a pulseira que o pai lhe deu, mostrando-a a Vanessa – Rose, a gente não vai ver mais o papai. – A menina fez careta de choro – Não chore, meu amor. – Mas Rosalie já havia caído no choro, e se abraçou a bonequinha com a qual Zachary brincava com ela.
Você diz que estamos destinados a falhar
Bem, eu fico entediado facilmente
Tudo bem? ♫
Em um lugar, longe dali, alguém também tinha dificuldade pra dormir.
Zachary: O que... Nessa? – Ele apertou os olhos, olhando pra escuridão. Vanessa estava lá, sentada nos pés da cama. Ele acendeu a luz rapidamente, e voltou a olha-la. Ela estava lá. Sua pele era acinzentada, e seu olhar eram duas pedras de gelo. Ela vestia um vestido negro, que entrava em contraste com a pele quase sem cor, e seu cabelo estava preso, como sempre. – Você... você voltou. – Ele sorriu de lado, sem piscar os olhos, olhando a mulher – Onde está Rosalie? Ah, Nessa, eu senti tanto sua falta. – Ele avançou pra ela, mas nessa hora ela se levantou, e recuou – Nessa?
Vanessa: É tarde. – Disse, e não havia vida em sua voz. Na verdade, a voz dela era apenas um murmúrio, misturado aos raios que caiam lá fora.
Risque meu nome da sua lista
Faça deste o nosso último beijo
Eu vou embora. ♫
Zachary: Não, não é. – Ele disse, com a voz embargada pela alegria. Ela estava ali. – Nós podemos recomeçar. Tentar, lembra? – Ele sorriu, avançando pela cama até ela. Mas ela recuou mais – Eu deixei ela. Eu voltei pra você.
Vanessa: Tarde. – Repetiu, olhando-o fixamente.
Zachary: Não é tarde, meu amor. Ainda há muito tempo. – Ele se ajoelhou na beira da cama, e ergueu a mão – Venha.
Vanessa: Adeus... eu te amo. – Sussurrou, fraca. Zachary cerrou os olhos, mas ela havia sumido.
Por que não conversamos sobre isso?
Eu estou bem aqui, não precisa gritar ♫
Zachary: Não vá. – Implorou, sentando-se na cama. Alucinações, agora. Ele passou a mão nos cabelos, atordoado, enquanto sentia os olhos queimarem. Estava cansado de chorar. Não queria mais sofrer. Queria ela de volta. Ela estivera ali, e se fora. É tarde.
Zachary: Vanessa. – Chamou, e ela abriu os olhos de súbito.
Vanessa: Zachary? – Perguntou, rouca, se sentando.
Com o tempo a gente esquece
Vamos fingir que nunca nos conhecemos ♫
Zachary: Porque fugiu, ma petit? – Perguntou, se aproximando da cama. Ela se encolheu.
Vanessa: Foi melhor assim. – Explicou, se cobrindo. Ela usava sua camisola normal, seda preta, longa até o tornozelo.
Zachary: Não. – Ele segurou a mão dela, impedindo-a de se tapar.
Vanessa: Por favor. – Implorou, perdendo as forças.
Por que a gente não termina de uma vez?
Não há mais nada a ser dito ♫
Zachary: Volte pra casa. – Vanessa negou com o rosto – Vanessa, pegue a nossa filha, e volte pra mim.
Vanessa: Não. Como me achou?
Zachary: Não importa. – Disse, com a mesma arrogância que teve desde o inicio. Vanessa sorriu por dentro. – Volte pra mim, petit.
Vanessa: Eu não posso. – Negou, sentindo o olhar se inundar.
Zachary: Porque não? – Ele olhou ela, pacientemente.
Estou de olhos fechados
Rezando pra que eles não espiem ♫
Vanessa: Não quero mais me machucar. – Admitiu, abaixando os olhos.
Zachary: Diga que me ama. – Pediu, erguendo o rosto dela com a mão.
Vanessa: Eu amo você. – Atendeu, olhando-o.
Nós não sentimos mais atração pelo outro
E hoje em dia é isso que importa
Eu quero que você desapareça ♫
Zachary balançou a cabeça negativamente, e a encarou com aqueles olhos azuis pelos quais ela se perdeu tantas vezes. Ele a encarou por segundos, e ela avançou pra beija-lo. Mas quando seus lábios se tocaram, era só ela. Vanessa abriu os olhos. Estava sentada no meio da cama, sozinha. Rosalie dormia, calma, ao seu lado, com o rostinho molhado pelas lágrimas que derramara antes de adormecer. “Está enlouquecendo, Vanessa.”, se condenou, enquanto cobria a filha. A noite estava fria. Mas nenhum frio era pior que a solidão.
Rafa flor s o cap foi mto triste e esse tbm, bom ele tá movendo céus e terra pra achar ela vamos ver se consegue bjs 😘😘❤
Gabi flor pois é ela n sabia q o Zac ia mudar 😢 s o Zac agr vai atrás dela n vai deixar q nd tire ela dele, bjs 😘😘❤
Zanessa flor q bom q vc voltou amor, super te entendo meu tempo tbm anda corrido aí demoro um pco pra postar, mas sempre posto kkk. Pois é graças a Deus o Zac abriu os olhos e percebeu quem ele ama de vdd, Rose veio pra mudar o Zac fazer dele melhor e mds a relação deles como vc já viu e de derreter qualquer um 😍😍. Capitu tem q sumir né vamos ver o q vai acontecer bjs 😘😘❤
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